Como fazer com que um estúdio fotográfico fique falado no mundo inteiro sem apelar para um portfólio de imagens propositadamente nosense ou chocantes? Pois a agência Filadélfia encontrou um meio criativo e bem humorado para divulgar um dos seus clientes, o estúdio fotográfico Câmara Clara.
A campanha, denominada “The World´s Most Downloaded Man” (ou “O Homem Mais Baixado do Mundo”) foi desenvolvida a partir de uma reclamação do dono da empresa, o fotógrafo Fernando Martins, que estava cansado de perder jobs para empresas que acabavam optando pelos sites de bancos de imagens.
Como todos sabem, os bancos de imagens oferecem pacotes de fotos a preços bem mais em conta do que um estúdio; contudo, pecam por fornecer imagens pasteurizadas, clichês, sem identidade, que são utilizadas em peças promocionais em todo planeta.
Para provar seu ponto de vista, Fernando resolveu ir atrás do modelo dinamarquês Jesper Bruun (o tal homem mais baixado do mundo), cujo rosto pode ser visto em milhares de anúncios, seja de uma agência de turismo na Austrália, de uma escola de música na França, de uma margarina na Bolívia.
O vídeo mostra o inusitado encontro entre os dois. Confiram.
Que tal formar uma banda com pessoas que você não conhece e que nem mesmo moram no seu país? E mesmo assim, à milhares de quilômetros de distância, produzir vários clipes legais de grandes clássicos do punk rock?
Pois foi isso que Adje1960 (Ace), Woody Amsterdam e Colonel Buckshot fizeram no final de 2010 ao criarem os Worktones.
A banda nunca fez uma apresentação pública e nem mesmo se reuniu. Isso mesmo. Ela existe apenas no Youtube.
Funciona assim: cada integrante grava um vídeo tocando determinada música em seu instrumento, um deles edita os trechos e no clipe final aparecem todos tocando juntos. E o mais impressionante: todo mundo tocando no tempo certo.
Legal, né? Quer ver mais vídeos dos caras? Acessa lá: http://www.youtube.com/worktones
Em tempo: Ace mora no Canada, Woody Amsterdam na Holanda e Colonel Buckshot lives na Inglaterra.
Filmes ocupam um lugar de destaque na minha vida. Desde pequeno sempre fui um fiel discípulo da sétima arte, seja no escurinho do cinema ou no conforto do sofá de casa.
Contudo, não sou daqueles cinéfilos que assistem qualquer coisa que esteja passando. Costumo ser bastante seletivo nas minhas escolhas.
Por conta disso, há uma série de filmes famosos que nunca vi, a maioria de ficção científica ou fantasia, gênero que não aprecio muito.
Alguns até já vi partes (de tanto que passam na televisão) mas confesso que não tive saco para aguentar até o final.
Abaixo, 10 exemplos de filmes que – acreditem ou não – eu nunca vi.
1) Titanic
2) Guerra nas Estrelas (todos)
3) Senhor dos Anéis (todos)
4) Harry Potter (todos)
5) Matrix (todos)
6) 007 (todos)
7) Independence Day
Lua Nova (todos)
9) Velozes e Furiosos (todos)
10) Uma Linda Mulher
Eterno alvo de gozação dos adversários pelo provincianismo, a falta de estádio e títulos internacionais (Mundial de 2000? kkkkkkk), o Corinthians é soberano no Brasil quando se trata de marketing esportivo.
Embora um ou outro clube ensaie uma ação diferenciada, como o recorde mundial de tatuagens do Vasco e o crowdfunding do Palmeiras pelo Wesley, o time da Marginal sem número não encontra adversário à altura nessa seara.
A República Popular do Corinthians é uma das campanhas mais inteligentes e completas do futebol mundial. Soube traduzir um desejo do torcedor em algo tangível, que deu um significado coletivo – e mercadológico – a essa paixão.
Logicamente, a parceria com a Nike e a chancela do ex-presidente Lula muito contribuíram para o sucesso da empreitada. Mas só obtém esse apoio quem ousa, tem visão estratégica e pensa fora da caixa.
Sou um grande alienado, confesso.
Um pária da sociedade da informação que se recusa a ingerir as pílulas homeopáticas de tragédia produzidas cotidianamente pelos meios de comunicação.
E a cada dia que passa a situação se agrava. Minha ojeriza às notícias factuais, do noticiário geral, chegou a proporção tal que os médicos já me desenganaram.
Não tem mais volta. Só para vocês terem uma ideia, eu não vi o famoso vídeo do assassino de criancinhas Joseph Kony, o viral mais rápido da história. Do louco que matou crianças judias em uma escola na França, não sei nem o nome.
Também não procurei me informar sobre a menina que morreu no Hopi Hari ou daquela outra atropelada por um jet ski. Me recusei a ver o vídeo do Fantástico sobre fraude em licitações.
Não tenho a mínima ideia sobre quem é o pedestre/ciclista da vez, atropelado por um bêbado que não ficará nem uma noite na prisão. Também não vi nenhum desses vídeos que pululam no Facebook, mostrando maus-tratos a velhinhas, crianças ou animais.
Há algum tempo optei pela alienação consciente. Sim, alienação consciente. Não leio, ouço ou vejo nada que não me traga valores positivos. Me orgulho disso? Claro que não! É egoísmo da minha parte não participar ativamente dessa indignação social? Não sejamos hipócritas: claro que sim!
Mas, sinceramente, não me vejo fazendo a diferença na sociedade compartilhando esse tipo de informação pelas mídias sociais ou fazendo manifestação na Paulista.
Estou fazendo o certo? Sinceramente não sei. Espero que sim. Só sei que consigo fazer minha parte, ser mais cidadão, estimulando e disseminando conhecimento positivo.
Com as mídias de nicho, você é editor do seu próprio jornal, e consegue ficar informado apenas sobre o que lhe interessa. No meu caso: mídias sociais, empreendedorismo, cursos profissionais, novas ideias, projetos sociais, qualidade de vida, tecnologia, manifestações culturais e, claro, o meu Verdão querido.
Com a informação que recebo, procuro criar um conteúdo que inspire as pessoas a evoluir, estimule todos a ler, estudar, procurar coisas edificantes que façam a diferença em suas vidas.
Não há nada (repito: nada) mais belo no mundo do que ver uma pessoa evoluindo, aprendendo. Por isso não gosto de coisas 100% perfeitas. Uma obra perfeita é uma obra acabada. Ela não vai para lugar nenhum. Serve apenas para ser contemplada.
Quando digo evolução, refiro-me desde um bebê que aprende a dar os primeiros passos a um senhor de cabelos grisalhos que entra na faculdade. Um moleque que mal sabia segurar o violão agora fazendo solos intermináveis.
Parto do pressuposto que pessoas que evoluem, mudam, aprendem, são seres mais realizados, satisfeitos, e tendem a compartilhar o conhecimento e essa sensação boa que possuem.
Ao fazerem isso, contagiarão outras pessoas, que pegarão o mesmo rumo, entrando num looping infinito de auto-realização.
Pelo pouco que esse alienado pode perceber ao longo dos seus 38 anos, pessoas bem resolvidas, com o espírito de cidadania arraigado e boa educação, tendem a pensar mais no coletivo, em soluções holísticas de longo prazo.
Pelo menos é nisso que eu acredito.
Se você discorda de mim, me acha um cara supérfluo, que não está aí para causas mais urgentes, tudo bem. Eu sou apenas um nefelibata diletante, que escreve num blog sobre o direito à alienação consciente.
Quer saber como colocar sua empresa no Facebook e como fazer as pessoas curtirem sua fanpage? E como conseguir seguidores e como realizar promoções pelo Twitter?
E o mais importante: como se relacionar com o seu consumidor via mídias sociais? Tudo isso você aprende no curso sobre redes sociais em São Paulo “Como Destacar Sua Empresa Nas Mídias Sociais”.
O curso acontecerá nos dias 26 e 27 de março, das 19h15 às 21h30, no Delta Business Center – DBC (Avenida Paulista, 726, nono andar), em São Paulo.
Ministrado pelo consultor em marketing digital Denis Zanini, o curso aborda estratégias e posicionamentos que as empresas devem utilizar para se relacionar com o consumidor nas redes sociais online, entre elas o Facebook, o Twitter, o Youtube, o Foursquare, o Linkedin, o Instagram e outros.
Para obter mais informações e se inscrever acesse www.cursosobremidiassociais.com.br
Em família de roqueiros, quem gosta de Roupa Nova, Elton John, 14 Bis e afins só pode ser alvo constante de ironias. Que o diga minha querida irmã mais velha, Aline, que tem de aguentar brincadeirinhas do seu power trio de irmãos: eu, Daniel e Laura, todos adeptos do bom rock’n roll.
Mas justiça seja feita: não fosse por ela nós provavelmente não teríamos enveredado pelo caminho das guitarras distorcidas, do baixo sinistro e da bateria 2 x 2. Isso porque antes de se converter a um som, digamos, mais meloso, Aline era ouvinte assídua de Queen, Peter Frampton, Stray Cats, Elvis Presley…
Foi ela que comprou o primeiro disco de rock que ouvi na vida, o 25 Anos de Rock’n Roll, que elegi como tema do primeiro post de uma série que vou escrever sobre os discos que influenciaram minha vida. Só para vocês terem uma idéia, estão na lista: Dois (Legião Urbana), Rocket to Russia (Ramones), As Aventuras da Blitz (Blitz), Vivendo e Não Aprendendo (Ira!), Closer (Joy Division), Raising Hell (Run DMC) e muitos outros.
E estou falando de discos de vinil mesmo, ok? Não vou considerar os CDs. Portanto, esteja preparado para muita coisa velh…ou melhor, vintage, que vem por aí.
Lançado em 1980 pela SOMA, a então gravadora da Globo, o álbum, duplo, reunia 30 petardos, entre eles Splish Splash (Bobby Darin), Blue Suede Shoes (Elvis Presley), Whole Lotta Shakin’ Goin’On (Little Richard), Blueberry Hill (Fats Domino), Tutti Frutti (Pat Boone), Roll Over Beethove (Chuck Berry) e, claro, Rock Around the Clock (Bill Haley & His Comets).
A capa é um episódio à parte. A foto é um enorme bolo, com as cores dos Estados Unidos, que tem na sua cobertura um casal de dançarinos, devidamente trajado como se estivesse num baile dos anos 1960. O curioso é que a garota da capa é, nada mais, nada menos, do que Xuxa Meneguel, ainda no frescor de seus 20 e poucos anos.
O texto na contracapa, assinado pelo compositor Alf Soares, traz uma bela resenha sobre a história do rock, até então um jovem adulto de 25 anos. ”Os grandes empresários, espertos como sempre, ao perceberem que a grande penetração do rock nos seis da família encontrava alguma (ou bastante) resistência por parte dos pais (…) trataram de criar ídolos que se identificassem com qualquer adolescente de qualquer parte urbana do mundo”.
Lembro que, como tinha uns 7, 8 anos, não era autorizado a mexer na “vitrola” para ouvir música de gente grande. Só podia colocar meus disquinhos de fábulas infantis da Disney….Por isso, gostava quando minha irmã colocava os vinis dela pra rodar e um novo mundo se abria pra mim, cheio de sons diferentes, imaginação e rebeldia.
DISCO 1
A1 – Bird Dog – Everly Brothers (Boudleaux – Bryant)
A2 – Great Balls Of Fire – Jerry Lee Lewis (Hammer – Blackwell)
A3 – Poetry In Motion – Johnny Tillotson (Kauffman – Anthony)
A4 – Teen Beat – Sandy Nelson (S.Neolson – A.Egnoian)
A5 – Splish Splash – Bobby Darin (B.Darin – J.Murray)
A6 – Magic Touch – The Platers (B.Ram)
A7 – I’M Gonna Knock On Your Door – Eddie Hodges (S.Wayne – A.Schroeder)
A8 – Blue Suede Shoes – Elvis Presley (Perkins)
B1 – Yakety Yak – The Coasters (Leiber – Stoller)
B2 – Whole Lotta Shakin’ Goin’ On – Little Richard (D.Williams – S.David)
B3 – Sugar Shack – Jimmy Gilmer (K.McComack – F.Voss)
B4 – Dance With The Guitar Man – Duanne Eddy (Hazelwood – Eddy)
B5 – Judy In Disguise – John Fred & The Playboy Band (J.Fred – A.Bernard)
B6 – Please Love Me Forever – Tommy Edwards (Edwards)
B7 – Sea Cruise – Frankie Ford (H.Smith – J.Vicent)
B8 – Little Devil – Neil Sedaka (N.Sedaka – Howard Greenfield)
DISCO 2
C1 – Blueberry Hill – Fats Domino (Lewis – Stock – Rose)
C2 – Party Doll – Buddy Knox (Knox)
C3 – You Are My Destiny – Paul Anka (P.Anka)
C4 – Torquay – Firesballs (G.Tomsco)
C5 – What’D I Say – Ray Charles (R.Charles)
C6 – One Summer Night – The Danleers (S.Coslow – Spier)
C7 – Rock Aroud The Clock – Bill Haley & His Comets (M.Freedman – J.De Kinight)
D1 – My Heart Is A Open Book – Carl Dobkins Jr. (David – Pockriss)
D2 – Alone – Shepherd Sisters (S.Craft – M.Craft)
D3 – Magic Moment – The Drifters (D.Domus – M.Shuman)
D4 – Bongo Rock – Preston Epps (P.Epps – A.Egnoian)
D5 – Tutti Fruti – Pat Boone (La Bostrie – Penniman)
D6 – Why Do Fools Fall In Love – Frankie Lyman & The Teenagers (F.Lyman – G.Gouldner)
D7 – Roll Over Beethoven – Chuck Berry (C.Berry)
Antes de ser um ator premiado e elogiado por crítica e público, Jim Parsons, o Sheldon Cooper da sitcom The Big Bang Theory, amargou anos e mais anos fazendo figurações e pontas em comerciais (como este acima, da lanchonete Quiznos, veiculado em 2003, e o abaixo, da lanchonete Arbys, em que não diz uma palavra), seriados e filmes.
Entre os longas mais “famosos” que James Joseph Parsons (seu nome de batismo) participou, estão Um Astro em Minha Vida, em que contracena com o fodástico Morgan Freeman, e A Hora de Voltar, protagonizado por Zach Braff (o JD, dos Scrubs) e Natalie Portman. Como vocês podem ver, nenhum deles campeão de bilheteria.
Ele também participou do filme Escola de Idiotas e fez ponta como um guia, com cabelos compridos, num episódio de Ed, série famosa nos Estados Unidos, que ficou no ar de 2000 a 2004.
Parsons, que completa 39 anos no dia 24 de março, atingiu o sucesso tardiamente, apenas com a criação do famoso seriado geek, que está em sua quinta temporada.
Graças à sua persistência e a fé no seu talento, o mundo pode conhecer o personagem mais nerd e engraçado da história da humanidade.
Recentemente, Parsons foi premiado como melhor ator de série humorística pelo Golden Globe e pela revista People e participou dos filmes The Big Year e Os Muppets.
O que eu achei curioso, vendo os vídeos, é que todos os seus personagens já carregavam um pouco de Sheldon. Vejam e tirem suas conclusões.
A fotógrafa Dina Goldstein produziu um curioso ensaio com modelos caracterizadas como princesas dos contos de fadas da Disney, mas contextualizadas com a vida real. Confira o resultado:
Veja todas lá no Sad & Useless
O Palmeiras está sendo o primeiro grande clube brasileiro a utilizar o serviço do MOP (My Own Player), site em que torcedores contribuem com cotas em dinheiro para que seu time do coração contrate jogadores.
O atleta em questão é o meia Wesley, de 24 anos, cujos direitos pertencem ao Werder Bremen, clube de futebol alemão. Para contratar o jogador o Palmeiras precisa arrecadar aproximadamente R$ 21 milhões até o dia 25 de março para pagar a agremiação.
Caso o valor não seja alcançado, a contribuição será devolvida aos participantes. No momento em que este post está sendo redigido, 24 horas depois do lançamento da campanha Wesley no Verdão, cerca de R$ 157 mil foram arrecadados.
Se essa média de arrecadação se mantiver, o Palmeiras conseguirá arrecadar em 30 dias pouco mais de R$ 4,7 milhões, ou seja, cerca de 25% do total necessário, impedindo que a transferência seja concretizada.
Toda essa movimentação em torno da contratação de Wesley me fez pensar em muitas coisas, boas e ruins (informação importante para você, leitor: sou parmerista fanático. Sim, fazer o que?), e intrinsecamente ligadas. Vou sustentar minha linha de raciocínio sob o tripé: 1) positivo, 2) negativo e 3) Uau, que puta jogada de marketing.
Do ponto de vista positivo, não há como negar que o Palmeiras está sendo extremamente ousado ao apostar no conceito de crowdfunding para contratação do meia.
Para quem não sabe, crowdfunding é um movimento colaborativo de arrecadação de dinheiro via mídias sociais, visando a realização de um projeto, oferecendo alguma contrapartida ao endossante (no caso, a contratação do jogador).
No Brasil, o site mais conhecido de crowdfunding é o Catarse. Essa postura vanguardista, para um clube que é assombrado constantemente por mentes obscuras da Camorra, é algo alentador e que dá esperanças à torcida por dias melhores.
Do ponto de vista negativo, tem o fato da diretoria do clube, depois de quase um mês de negociações, não ter conseguido levantar recursos para selar a transação.
Conclusão: o presidente Arnaldo Tirone e companhia limitada tiveram que assinar o atestado de incompetência e mendigar ajuda para o pobre do torcedor. Um papelão!
E se essa vaquinha não der certo, o clube certamente será protagonista de um dos maiores micos da história do futebol brasileiro. E aqui cabe mais uma consideração: R$ 21 milhões por um jogador mediano como o Wesley? Francamente…
Agora, tem a última alternativa, que, se for verdadeira, realmente será uma jogada genial de marketing.
A hipótese que passei a levar em consideração é a seguinte: o MOP estava querendo receber os holofotes da mídia para começar a atuar no futebol brasileiro.
Primeiro tentou acordo com o Corinthians para trazer o volante Christian e depois o São Paulo para viabilizar o retorno do atacante Nilmar. Não deu certo.
O Palmeiras apareceu então como opção. E já tinha um jogador praticamente engatilhado, o tal Wesley que, de reforço garantido e praticamente anunciado, passou a ser dúvida.
Tudo bem que a atual direção palmeirense é um poço de incompetência, mas achei muito estranha essa repentina ausência de crédito bancário.
Veja: o clube alemão já havia aceitado a proposta alviverde e liberou o jogador, que por sua vez veio para o Brasil e acertou os salários e o Palmeiras já fez sua pré-inscrição no Campeonato Paulista.
Estranho, não? Seria uma imensa irresponsabilidade de todos os envolvidos (Palmeiras, Werder, Wesley, que inclusive já está treinando com o elenco) chegar a esse ponto sem a mínima garantia.
Ao que parece, o Palmeiras tem o dinheiro, mas como surgiu essa proposta para divulgar o My Own Player (espero que tenha sido um acordo bom para o clube, e não para o dirigentes) a estratégia foi criar essa novelinha, que conta com um final feliz garantido.
Se essa hipótese estiver correta, o que vai acontecer é que, faltando poucas horas para encerramento do prazo de pagamento, o Palmeiras, um banco ou qualquer outra instituição fará o depósito com o valor faltante e Wesley será contratado.
Com isso, torcedores, dirigentes, o jogador e, principalmente o MOP, ficarão felizes. Com o sucesso da empreitada alviverde, outros clubes ficarão estimulados a utilizar o crowdfunding para contratar atletas.
Agora, se essa hipótese for verdadeira e vier a público, o que vão pensar os torcedores que colaboraram com o fundo, sendo que o clube tinha o dinheiro? Verdadeiros idiotas, né?
Acho que, independentemente do desfecho dessa história, é necessário fazer uma apuração profunda para saber quem de fato está por trás dessa parceria envolvendo Palmeiras e o MOP.