Kangibrina

As crianças são a bola da vez no mobile marketing

29 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:00 ]

Muito interessante esse vídeo da Sybase, empresa especializada em inteligência de mercado, que traz as mais recentes informações sobre telefonia móvel.

De todos os dados, o que mais me chamou a atenção foi o fato de 85% das crianças norte-americanas possuírem celular próprio.

Um número que impressiona, ainda mais sabendo que esse percentual supera o de baixinhos que têm livros em casa (73%).

Ou seja: relacionamento entre marcas e crianças não se dará mais pelo TV e sim por celulares e computadores.

Empresas de brinquedos e produtos infantis não podem negligenciar esse segmento, que não pára de crescer.

Outro dado relevante é que em 2015 o acesso a internet pelo celular será maior do que em por notebooks e deskotops.

Confira mais no vídeo acima.

Não é fácil ser homem de aço

25 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:27 ]

Essa música é uma homenagem do Kangibrina a todos os homens de aço – independentemente de sua raça, credo ou classe social – que não desistem da luta jamais.

É muito simples reconhecer um homem de aço. Eles são muitos e estão em todos os lugares. Dirigindo táxis. Comandando empresas. Ensinando crianças. Servindo mesas. Trabalhando em telemarketing. Talhando esculturas. Consertando televisores. Presidindo um país.

É inegável que tem dias que dá vontade de ser um indivíduo normal, jogar a capa fora e desencanar de tudo e de todos.

Mas a gente é teimoso. Teimamos em viver e ser feliz. E do nosso jeito, o que por muitas vezes é totalmente incompreendido.

O que nos dá alento é sabermos que, apesar das dificuldades, das incertezas, dos medos, da turma do contra, da pressão cavalar de ser quase infalível na vida pessoal e profissional, no final tudo dá certo. 

Sempre dá.

É só ter coragem, trilhar o caminho do bem e fazer o que é preciso ser feito, por mais doloroso que seja.

Força para todos nós neste momento de grandes decisões em nossas vidas.

Saúde, guerreiros!

“Aumente o som e se ligue nessa aqui
eu não vou mentir
falo sério pra quem quiser ouvir
escorreguei mas não vacilei, pra não cair
da malandragem destrutiva sobrevivi
e dela aprendi a parte boa
o respeito fundamental a minha pessoa
não quero viver a toa de cara ou coroa
a minha sorte é ter saúde
maluco é ter saúde
pra me esquivar de todo o mal
refletir nesse inferno e tal
fazer a minha parte bem
ser um espelho também
pra quem está chegando, poder contar com alguém
o caminho na verdade é difícil, eu sei
quem não sabe levou, por escolher um atalho
onde a trairagem insiste
o amor próprio não existe
feliz o preto que chega até os vinte
o mesmo que destrói a sua base
e quando está na pior diz que é uma fase
está sempre de olho no quintal do vizinho
se tiver que trampar, lutar não é seu caminho
culpa os pais por ser assim
e diz vocês fizeram muito pouco por mim
só queria ter de tudo pra não dar valor
e ver o mais pobre te chamar de senhor
igual a todo playboy que está no poder
não sabe o quanto custo um pão pra sobreviver
não sabe o que é difícil
nem dificuldade
não sabe o que é viver distante da cidade
Eu sei
o quanto é difícil suportar
derramo o meu suor e sei valorizar
no limite da humildade
faço o meu espaço
me considero um H.Aço.

Sei que não é fácil

Sei que não é fácil

Sei que não é fácil (Ser Homem de Aço)

Andar na rua vendo o povo em desespero
brigando pelo melhor lugar
quem chega primeiro
vivendo um pesadelo acordado
correndo assustado, cabreiro com quem está do seu lado
ver o moleque viciado na televisão
o baixo nível da escola e da educação
a preta linda que não olha no espelho
tem vergonha do nariz
da boca e o cabelo
o super herói com apenas doze anos
feliz da vida porque conseguiu um cano
a piveta que já tem um pivete
que até dá mamadeira ei mano ela se esquece
ambição alto grau
apocalipse final
eu não consigo ficar na moral
famílias inteiras estão caindo na vala
perdendo a resistência
eo pesadelo não pára
ser Homem de Aço é resistir
não posso dar as costas se o problema mora aqui
eu não vou fugir
nem fingir que não vi
nem me distrair
nenhum playboy paga pau vai rir de mim
tenho uma meta a seguir
sou fruto daqui
se for pra somar
ei mano chega aí
pra ser mais um braço
um guerreiro arregaço
contra o poder ser a pedra no sapato
sem marra, mentira,incerteza, sem falha
um centroavante nessa grande batalha
e no limite da humildade faça o seu espaço
pra ser também um H. Aço.

Sei que não é fácil

Sei que não é fácil

Sei que não é fácil (Ser Homem de Aço)

Se liga aí, tô aqui, Racionais MC’s
eu vou dizer que nasci e cresci na Zona Norte
periferia extrema problema, E. D. I.
não me entrego ao sistema
igual dizem por aí
eu também falo sério e vim pra conferir
pra os manos do outro lado do muro
e para os manos daqui
ao contrário sem motivo pra rir
aí, não sou otário sei pra onde ir
vou seguir na minha rima irmão
na consciência então
nessa palavra de paz
sem violência
não gasto o meu tempo
eu não jogo fora
aí ladrão eu digo vem comigo na trilha sonora
Edy Rock e tal
me chamam de marginal
não sou o mal
tomo geral
neguinho normal
não pago pau pra playboy de canal
de olho azul
Mitsubishi azul
vai tomar no cu
playboy ri da sua roupa e tenta copiar
marginal tem estilo
ninguém consegue imitar
fala mal da favela
dos pretos que vive nela
no farol a seqüela
ladrão fecha a janela
fala mal de você
que assiste a TV
te entrega a droga
pra você vender e morrer
na seqüência,na violência
nos empurra a maldade
nos empurra a imprudência
na cara dura/ só cego não vê
meu povo é pobre revista não lê
não entende
não tem informação
não estuda, nada muda
governo nega educação
controla o povo pelo dinheiro
cadê o dinheiro ?
Fernando Henrique fez o Brasil virar um puteiro
no mundo inteiro é a mesma patifaria
não é fácil ser Homem de Aço no dia a dia”.

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Pelo fim das crianças-Roberts e do hino nacional nos campos de futebol

23 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 11:46 ]

Uma coisa que definitivamente não sou é saudosista.

Gosto do presente com tudo o que ele tem de bom e de ruim – e faço de tudo para melhorar essa parte.

Não sou de ficar louvando o passado, como se só em idos tempos houvesse felicidade.

O que passou, passou. Ponto.

Bola pra frente.

Contudo tenho que admitir que tenho uma saudade imensa da forma como os times de futebol entravam em campo antigamente, nos tempos em que eu usava calças curtas e kichute pantera.

Que sensação fabulosa! Era uma verdadeira catarse pré-gol.

Era assim: os jogadores davam o grito de guerra na boca do túnel  e subiam ao gramado voando, raivosos, babando sangue. Com cara de poucos amigos e a faca entre os dentes. Prontos para matar ou morrer.

A torcida entrava no clima.

Agitavam bandeiras de todos os tipos e tamanhos, jogavam papel higiênico (limpos, ok moçadinha?), soltavam rojões, entoavam cânticos.

E não era só um trecho do estádio (onde ficam as organizadas), como hoje. O estádio inteiro ficava colorido e participava ativamente do espetáculo.

Daí, era só esperar algumas perguntas cretinas dos repórteres e o juiz trilar o apito.

O jogo começava a mil por hora, quente, pulsante, vivo.

Atualmente a entrada dos times em campo é uma experiência broxante.

Os jogadores adentram ao tapete esmeraldino (eita, baixou o Fiori em mim) andando. 

Não é trotando.

É andando mesmo.

Cada um seguro por sete mil crianças e com uma cara de cu do tamanho do Maracanã. Parecem vacas rumo ao matadouro.

Daí eu pergunto: o que essas crianças-Roberts estão fazendo no gramado, atrapalhando os atletas?

Elas tem que estar nas arquibancadas, não no campo.

Ok, sei que isso faz parte do plano dos clubes para cativar o torcedor mirim.

Mas acho essa criançada chata, um bando de malinhas. E convenhamos: elas não acrescentam nada ao espetáculo.

Antigamente tinha criança também, mas só em alguns jogos e em número bem menor, geralmente só para tirar a foto oficial com os jogadores.

Bom, ainda se fossem só os pentelhinhos, ainda vá lá.

Mas depois que a criançada vai embora ainda tem o hino nacional.

Catzo! Em troca do que tocar a música mais importante de um país em uma singela partida de futebol?

E não estamos falando decisão de campeonato. De competição internacional. Ou jogo da seleção.

É em qualquer jogo! Pode ser o Biritiba-Mirim x Oxalense que tem hino!

Não me venha dizer que isso é um gesto patriótico, de nacionalismo.

Não é.

É só o cumprimento de uma lei estúpida.

Não é obrigando um povo a cantar o hino nacional que ele se tornará mais patriótico.

Você acha que eu estou exagerando na minha reclamação?

É porquê não é com você.

Vamos inverter a situação.

Imagine que você é um cirurgião.

O paciente está lá sedado, você vai fazer a incisão e eis que do nada surgem 50 crianças.

Elas te abraçam, te apertam, tiram fotos, pedem autógrafos, um tormento.

E você lá, querendo só fazer a cirurgia…

Bom, depois que elas se vão, você já com bisturi na mão e aí começa “Ouviram do Ipiranga…”.

Ou vamos supor que você é um jornalista.

Hora do fechamento, tensão à flor da pele, e você precisando fazer uma ligação pra fechar a matéria.

Quando você pega o telefone, um bando de baixinhos aparecem para postergar sua tarefa.

Depois de se livrar delas, pensa que acabou? Que nada. Ainda tem o hino.

Bom, na verdade pode ser qualquer profissão.

Estes dois foram só exemplos para mostrar como esses modismos pré-jogo enchem o saco.

Sei que a maioria dos leitores deve estar me achando um desalmado e antipatriota.

Não sou. Adoro crianças e amo meu país.

É que por vezes eu queria só assistir uma partida de futebol.

Um singela partida de futebol, como antigamente…

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O síndico que lia Nietzsche

22 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 8:55 ]

O síndico do meu prédio é um homem muito peculiar.

Desde que assumiu o cargo, há uns dois anos, o cara colocou a casa em ordem.

Saneou as finanças, fixou a equipe de funcionários (antes era um porteiro diferente por semana), resolveu graves problemas infraestruturais e deu um belo tapa no visual do nosso querido mocó.

Mas não é isso que o torna diferenciado.

São os seus famosos comunicados (clique sobre as imagens para ampliá-las).

Além dos clássicos avisos de reunião de condomínio, ele usa os displays dos elevadores para deixar mensagens, digamos, intrigantes.

São textos fortes, polêmicos, profundos, de autores como Nietzsche, Maiakovski, Brecht…

Não sei se todos os moradores compreendem o significado do que o síndico publica.

Mas eu, por ossos do ofício e repertório de vida, tenho a mania de contextualizar e ler tudo nas entrelinhas, por isso saco imediatamente a qual situação o texto se refere.

O de Maiakovski (acima, embora muitos digam que não é obra dele) é sobre um adorável casal, vizinho nosso, que vez ou outra resolve ter uma DR aos berros, com direito à quebra-quebra e, temo, algum dia, à polícia.

De qualquer forma, as mensagens nos elevadores vão muito além da pauta de condomínio.

São temas que vão fundo, questionam a natureza humana, nos fazem refletir e por isso servem de referência para a vida de todos nós.

Elas encurtam o status social entre o porteiro e o morador da cobertura e mostram como somos frágeis e muito mais iguais do que pensamos, principalmente quando colocamos uma lupa em nossas angústias, dilemas, sonhos, medos.

Influenciadores: como tendências tornam-se contagiantes

19 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:20 ]

Muito bacana este curta-documentário sobre os influenciadores, pessoas criativas que são responsáveis por grandes transformações na música, na moda, na publicidade e no entretenimento.

O filme mostra quem são e o que pensam as pessoas que estão moldando hoje as tendências que estarão em voga num futuro próximo.

Mais informações: influencersfilm.com

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Os frutos estão nas raízes

17 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 9:14 ]
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Bienal: artes e benchmark

15 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 19:02 ]

A Bienal Internacional de Artes de São Paulo, que fica em cartaz até 12 de dezembro no Pavilhão do Ibirapuera, é um ótimo lugar para sua empresa fazer benchmark.

Como assim, Bial?

Benchmark? Lá não é onde uns caras estranhos expõem umas paradas cabeça, tipo um carro feito de arame farpado e enfeitado com pipoca, um liquidificador que quando acionado executa serenatas, uma foca empalhada com cabeça de elefante e coisas do gênero ?

Sim. E não.

De fato, a proposta central da Bienal é dar espaço a produção artística contemporânea, buscando abrir caminhos e consolidar tendências.

Por isso, muita coisa, mas muita coisa mesmo, é exposta, independentemente da qualidade ou da aceitação inicial da maioria, objetivando, primeiro, o impacto nas pessoas, para que posteriormente gere uma reflexão.

Uma parte recebe o crivo da crítica e do público e, após algum tempo, alcança o status de arte. A outra parte volta a ser simplesmente matéria-prima. Ou lixo.

Ok, Pedro Bó. Mas onde entra o benchmark nessa história?

Simples.

As artes, de uma maneira geral, estão anos luz à frente das corporações no que se refere à criatividade e experimentação.

Como não há regras, pudores ou necessidade de lucro, os artistas têm carta branca para pesquisar novos materiais, tentar junções inusitadas, desafiar o impossível, propor o absurdo.

As peças são fruto da imaginação com uma proposta – geralmente inovadora – de execução.

Ora, a palavra de ordem no mundo corporativo não é de inovar é criar formas de experimentação da marca com o consumidor?

Pois aí está.

Na Bienal, criatividade e experimentação não faltam.

As pessoas páram em frente às obras, comentam, riem, filmam, tiram fotos, manipulam, interagem com elas, e por vezes ficam minutos olhando, de um lado, depois de outro, se agacham, inclinam a cabeça.

Gostando-se ou não da obra, as pessoas passam por uma forte experiência. Que certamente ficarão em seus corações e mentes por algum tempo.

Uma de minhas obras favoritas, “Longe Daqui, Aqui Mesmo”, é uma casa labiríntica de alvenaria simples, com tijolos à mostra, cujas portas são estampadas com capas de livros famosos. No centro da casa, uma sala, com vários livros e um espaço para leitura. Essa biblioteca é composta por livros que qualquer pessoa pode doar na hora. Ou seja: é uma obra em constante expansão, que conta com a participação direta do público.

Fantástico, não?

Há também uma obra com vários beliches juntos em que você pode se deitar, outra em que você entra numa espécie de útero-caverna, outras que estão cobertas e você precisa da ajuda de outra pessoa (lembram daquela Coke Machine de dois andares?) para vê-las, etc, etc, etc

Por essas e por outras, meu amigo, se o pessoal de criação ou do branding estiver sem muitas idéias, recomende uma visita urgente à Bienal.

Garanto que ninguém sairá de lá da mesma maneira que chegou.

Meditação…no trabalho!?

12 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:09 ]

Peraí.

Eu entendi direito? Meditar no trampo? Tu tá de fogo, é menino?

Não, desta vez não tô não, tia Gioconda.

Essa inusitada proposta será colocada em pauta no “Meditação e Trabalho – a possibilidade de um encontro inesperado”, na sexta edição da série Diálogos MVL, que acontecerá no dia 19 de novembro (sexta-feira), às 9h30, no Teatro Eva Hertz, em São Paulo.

A palestra será ministrada pelo monge beneditino inglês Dom Laurence Freeman, que apresentará o mundo do trabalho como possibilidade de um intercâmbio entre as pessoas de modo significativo, criativo e encantador. 

Ele abordará os perigos inerentes ao trabalho que perde suas dimensões criativa e de serviço.  Dom Laurence se valerá da sabedoria da tradição universal da meditação para sugerir a maneira pela qual o trabalho interior transforma o trabalho exterior.
 
O encontro será será transmitido ao vivo pelo site www.mvl.com.br e as pessoas poderão fazer perguntas pelo twitter.

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Qual a sua Master Ideia?

11 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 9:37 ]

Master Ideia é proposta central que motiva, agrega e diferencia uma marca, uma pessoa ou um empreendimento.

Ela é o Norte de todas as ideias, a paixão que guia e inspira nossos negócios e nossas vidas.

Quer saber mais? Então para de ler essa porcaria de texto e veja o vídeo acima de Joey Reiman.

Mais sobre essa figurinha pitoresca, fundador da Bright House, no site http://www.joeyreiman.com

A minha master ideia é inspirar pessoas a pensar diferente. E a sua?

PS: Quem se interessou pelo assunto leia o livro Os Segredos das Empresas Mais Queridas. Um tal de Philip Kotler recomendou na palestra que deu terça (9), na HSM ExpoManegement.

Atenção publicitários: deixem nossos banheiros em paz!

10 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 9:21 ]

Alguém sabe me explicar porque cargas d´agua virou moda invadir banheiros alheios com equipes de TV em comerciais de enxaguantes bucais e desodorisadores sanitários?

Massachussets!

Será que tem gente que acha que fazer blitze nos WCs dos outros é engraçado? Criativo? Agrega valor?

Sei que fazer propaganda de produtos de higiene e limpeza não é fácil.

A linha que separa a real utilidade do produto (tirar mau-hálito ou bodum de privada, por exemplo) da pretensa sofisticação publicitária é muito tênue e, por isso, deslizes acontecem.

Além do mais, como os produtos são muitos iguais, vale tudo na hora de tentar se diferenciar.

Mas isso não é desculpa para avacalhar.

Vamos botar a cacholinha pra funcionar e pensar em algo diferente, mas não tão “criativo”, certo publicitários?

PS: Pior que essa moda de invasão de banheiros só aquela, nos anos 1980/90, em que todos, absolutamente todos, os comerciais de sabão em pó consistiam em testes de qualidade com outras marcas.

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3 coisas…

09 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 9:23 ]

1 coisa que nunca farei…
ACAMPAR

1 coisa que nunca farei de novo…
IR A MEGASHOWS

e 1 coisa que ainda farei.
UMA
TATOO DAZORA

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