Kangibrina

Um banquinho e um violão com Adriana & Renato

30 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:50 ]

Ontem, fuçando no Youtube, encontrei esse raro vídeo de 1994 do programa Por Acaso, da TVE Rio, com Adriana Calcanhoto e Renato Russo cantando a belíssima Esquadros.

Não gostei muito do resultado final, até porquê a infra oferecida não era das melhores, mas que se trata de um registro histórico de dois dois maiores compositores da música brasileira, não há dúvidas.

Comunicação e Marketing Digitais

28 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 6:15 ]

Textos de 14 especialistas brasileiros em marketing e comunicação digitais, entre eles Martha Gabriel, André Telles e Gabriel Lete, estão neste ebook gratuito organizado por Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal.

Vale a pena conferir!

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Uma breve história do marketing

27 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 23:00 ]

Muito boa essa animação em estilo infográfico que o Bruno Mello, do Mundo do Marketing, apresentou na aula de hoje da Pós-Graduação em Marketing Digital da Faculdade Impacta de Tecnologia (FIT).

Meme Faces na vida real

26 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 18:09 ]

Medo…

Vi lá no The Daily What

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Os Ramones vivem…

20 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 9:57 ]

…em um muro na Vila Madalena.

Hey Ho! Let´s Go! Forever!

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Gente não é bicho

19 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:20 ]

Aqui de longe, no conforto de minha cadeira, blindado por camadas e mais camadas de pixels, achei bem criativa essa idéia da SOS Fauna, de prender pessoas no elevador para que elas sintam na pele, por alguns instantes, o que muitos animais sentem a vida inteira.

Com um tempero levemente greenpeaciano, ela consegue atingir seu objetivo, chamando a atenção para sua causa e, de quebra, suscitando uma boa dose de polêmica e reflexão.

Mas reparem: eu disse que achei a ação criativa, não que eu gostei dela.

Digo isso porquê é muito cômodo estar do outro lado da tela, vendo pessoas numa situação em que eu definitivamente NÂO gostaria de estar.

Aliás, se eu fosse uma das “vítimas” desse bullying ecológico (que incluiu até crianças e idosos), estaria agora utilizando esse espaço exclusivamente para descer o sarrafo na ação e não para analisá-la com a devida parcimônia.

Mais: meu exército de advogados já estaria entrando com processo na Adebra (Adevogados do Brasil, instituição presidida pelo inigualável Marco Bianchi), em três vias autenticadas, para exigir ressarcimento por danos morais, físicos e psicológicos.

Sim, Alberto, porquê na hora da claustrofobia, em que o ar falta e a visão começa a ficar turva, que o suor começa a pingar mais que as Cataratas do Iguaçu, quero que mico-leão dourado, zebrinha listrada, coelhinho peludo, vá tudo pros quintos dos infernos.

E se no final eu soubesse que tudo não passou de uma experiência e recebesse aquele folder na saída do elevador, a infeliz promotora teria que dar entrada no pronto-socorro para retirar o papel da cavidade onde eu iria enfiá-lo.

Ok, sei que os animais são importantes e devem ser defendidos e bem tratados. A propósito: eu detesto e sou veementemente contra circos, festas do peão, touradas, caça e pesca esportivas e outros tipos de atividades que covardemente usam animais como entretenimento.

Mas passar por um trote para receber uma lição de moral de adoradores de animaizinhos, pra mim é mutcho over.

E nunca é demais lembrar de algo que os organizadores da campanha esqueceram:

Gente não é bicho, pelamordedeus!

Portanto, não me peça para tratar animais como se fossem seres humanos, como muitas pessoas doentes fazem.

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Provérbio italiano

19 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:03 ]

“Quando o jogo acaba, o rei e o peão voltam para a mesma caixa”.

Quem tem medo de crítica não sai de casa. Nem da caixa.

19 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:08 ]

Sensacional esse anúncio da Talent, publicado no jornal Propaganda & Marketing, que vi lá no blog do @plannerfelipe.

“SE VOCÊ NÃO TEM RECEBIDO NENHUMA CRÍTICA NAS REDES SOCIAIS, É BOM COMEÇAR A FICAR PREOCUPADO

No último ano, sua empresa fez alguma coisa que, além de elogios e vitórias, também conseguiu críticas?

Então bem vindo ao clube dos fazedores.

Pode conferir: não existe nada criado, produzido, cantado, jogado, pintado ou vendido ultimamente, por melhor que seja, que não tenha sido também motivo de malhação aqui e acolá.

Num país onde um Presidente da República é eleito no primeiro turno se tiver mais do que 50% dos votos, campanhas com 70% ou 80% são verdadeiros sucessos de aprovação, capazes de triplicar as vendas e o valor percebido das empresas.

A segunda pior coisa que você pode fazer hoje é deixar de aproveitar o pensamento do consumidor e as contribuições que podem surgir nas Redes Sociais.

A pior coisa que você pode fazer hoje é ter medo de crítica. Quem tem medo de crítica não sai de casa. E nem da caixa.

TALENTO MUDA TUDO. TALENT”

Eu assino embaixo.

Ruim de internet e de pedagogia infantil

16 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 20:54 ]

Pô, paizão. Tudo bem ser ruim de internet na sua idade.

Mas deixar seu filho, que mal saiu das fraldas, comer pizza e jogar online às 11h30 da noite é ruim, hein?

Reparem no relógio ao fundo…

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Você trocaria a foto do seu perfil no FB por uma viagem para Paris?

15 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:13 ]

E não é que algumas companhias aéreas estão sendo bem criativas na hora de usar as mídias sociais?

Depois do famoso case da holandesa KLM, que brindou com presentes-surpresa clientes que tuitavam nos aeroportos, agora foi a vez da  multinacional escandinava SAS usar o Facebook para estimular as pessoas a conseguirem uma viagem para Paris.

Intitulada Up for Grab, a promoção consistia em fazer o usuário a trocar a foto do seu perfil pelo selo da promoção, e depois postar no mural da companhia uma imagem inusitada tentando agarrar o selo.

Por uma viagem para a Cidade Luz, muita gente topou participar da brincadeira, a campanha foi um grande sucesso, mas o Facebook obrigou a empresa a tirá-la do ar, por ferir as regras promocionais do site.

Mesmo assim, um felizardo foi sorteado e a SAS teve seus 15 minutos de fama virtual assegurados.

Será que nossas companhias áereas um dia conseguirão fazer algo do gênero?

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The Office e a nobre arte de saber a hora de parar

15 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:17 ]

Há uns 9 meses escrevi um post que não foi lá muito bem recebido pela galera, o Roqueiro bom é roqueiro morto.

Entendo muito bem o porquê.

No texto, eu, roqueiro velho de guerra, que tomava Nescau com Campari na mamadeira, mexo com a paixão de milhões de pessoas ao alegar que não gosto de bandas de rock com mais de 20 anos de idade que continuam na ativa, pelo fato de já terem passado do auge criativo e de serem obrigadas a entrar num looping insurportável de velhos sucessos.

Nessa encarnação midiática do mito de Sísifo, elas acabam se tornando aquele velho leão de circo, desdentado e desinteressado, que é obrigado a rugir como se estivesse caçando na savana, para entreter o público.

Ao meu ver, é muito melhor parar com dignidade, em alto nível, e partir para outros projetos ou se reinventar (David Bowie, Madonna, Jello Biafra souberam fazer isso durante um tempo), do que ficar anos e anos e anos se arrastando às custas de um passado que foi glorioso.

E isso vale para tudo na vida.

Tudo mesmo. Até mesmo para sitcoms.

Vejam o The Office, por exemplo.

A série, que renovou o humor da TV, já vinha apresentando sinais de desgaste desde o casamento de Jim e Pam (ah, Jenna Fischer…).

Agora, com a saída de Steve Carell (SÓ o protagonista e produtor do seriado) para a entrada do babaca do Will Ferrell (a confirmar, por enquanto ele só irá participar de 4 episódios), foi a deixa que precisava para chamar o padre para dar a extrema unção.

O problema é que como a série ainda dá boa audiência, a NBC vai esticá-la o máximo que puder.

Isso significa o investimento em soluções apelativas (Ferrell) ou em tramas secundárias (Erin e Andy) ou repetidas (Dwight tentando virar chefe), o que fará a atração ir perdendo ainda mais a qualidade.

Tudo o que tinha de bom já foi explorado dentro da sitcom. O The Office já deu sua contribuição para a história do humor, da TV e na nossa, e somos muito gratos.

Acontece que as coisas precisam fluir.

Quanto mais demorar, pior. O risco é ficar parecendo um Simpsons da vida, aquele programa que você até assiste, mas nem sabe mais porquê.

Saber a hora de parar é uma nobre arte, dominada apenas por poucos seres.

Incrível como as pessoas, independentemente de sua idade, classe social, grau de escolaridade, religião ou raça, têm uma dificuldade imensa de saber lidar com o fim das coisas, de encerrar e iniciar ciclos.

Elas geralmente são tão inseguras e egoístas que fazem de tudo para evitar que a vida siga seu rumo natural, conhecida desde os tempos mais remotos: tudo tem inicio, meio e fim.

Mas, com exceção da morte, todo o fim abre a porta para um novo começo.

Perdão pelo chavão. Mas essa frase expressa tão perfeitamente o sentido do que quero dizer que não pude evitá-la.

As oportunidades estão aí.

Saber passar o bastão e lutar por coisas novas é obrigação de todos nós.

Todos nós que acreditamos na evolução do ser humano.

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