Kangibrina

Não deixe seu filho torcer para o inimigo

29 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 0:35 ]

Ainda não sou pai, mas imagino que não deva existir desgosto maior para um marmanjo que é fanático por futebol do que ver seu filho torcer para um time diferente do seu. Ainda mais quando se trata de um arquirival.

Visando evitar brigas e manter a harmonia nos lares brasileiros, o canal BandSports desenvolveu um aplicativo muito interessante.

O BandSports Parental Control é um programa que permite aos pais filtrar o acesso de seu filho a conteúdo inapropriado na internet, como, por exemplo, vídeos dos gols dos adversários.

Na realidade, ele até irá ver os vídeos, mas sempre de jogos em que o seu time do coração ganhou do inimigo.

Basta baixar o aplicativo, instalá-lo e programar qual agremiação você quer filtrar.

Sensacional idéia, não?

Se você tem filhos pequenos que andam acessando conteúdo estranho na Web, não perca mais tempo: instale o aplicativo, vista a camisa do seu clube no pimpolho e vá ao estádio apoiar seu time.

PS: Pô, bloquear o Verdão foi sacanagem, hein?

Quer ganhar o livro Faça como Steve Jobs?

28 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 15:26 ]

Para comemorar meu milésimo tuíte, vou sortear entre meus seguidores o livro “Faça como Steve Jobs”, de Carmine Gallo.

A obra revela detalhes preciosos da técnica que o executivo mais admirado do mundo utiliza em suas tão badaladas apresentações.

Para concorrer basta seguir @deniszanini no Twitter e enviar a seguinte mensagem para seus seguidores: “Eu quero o livro Faça como Steve Jobs http://kingo.to/H0S Siga @deniszanini dê RT e concorra”.

O sorteio será no dia 15 de julho pelo Sorteie.me

Um dia feito de vidro

28 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 11:43 ]

Confiram esse vídeo, produzido pela empresa Corning, especializada na produção de LCD, que mostra como displays inteligentes irão fazer parte do nosso cotidiano num futuro muito breve.

Uma curiosidade: vocês repararam que no vídeo o homem fica em casa e a mulher vai trabalhar?

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Lenox: paixão por cortar coisas

27 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:45 ]

A Lenox, fabricante de lâminas para serras, destaca-se de suas concorrentes pela verdadeira paixão em cortar coisas.

Isso mesmo. Você não leu errado.

Eles curtem cortar coisas. Qualquer coisa.

Carros, aviões, casas, não há nada que a quase centenária empresa norte-americana não possa dividir em mais partes com suas ferramentas.

Para demonstrar a qualidade do seu produto, a empresa criou há 25 anos um garoto-propaganda, o Huckman, que viaja o mundo participando de competições para ver quem consegue cortar o que mais rápido.

Fascinante, não?

Além disso, eles desenvolveram um divertido site, www.cutsomething.com em que o internauta conhece a fábrica e, claro, experimenta diversas laminas em produtos de teste.

E não é só: a Lenox também tem uma equipe na Nascar, a modalidade de corrida mais apreciada pelos norte-americanos.

Num primeiro momento é até difícil aceitar que uma companhia voltada à construção e demolição tenha conseguido se transformar numa lovemark.

Mas eles conseguiram.

Pergunte para qualquer profissional da área de construção nos Estados Unidos se eles topam trocar sua serra Lenox por outra.

No Brasil, temos a Bosch e a Tramontina, marcas famosas que gozam de enorme prestígio no ramo.

Mas elas ainda não são uma das marcas que amamos.

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Irritante, demasiado irritante

25 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 11:28 ]

Assino embaixo, Allan

E Woody Allen fez o seu “De Volta para o Futuro”

20 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 19:18 ]

Meia-noite em Paris, o novo filme do genial Woody Allen, além de ser um dos melhores da fase européia do diretor, pode ser considerado uma espécie de releitura artística de De Volta para o Futuro, de Robert Zemeckis.

A diferença é que, ao invés de retornar para a década de 1950 nos Estados Unidos, à bordo de um DeLorean, para salvar o casamento dos seus pais, o diretor faz uma viagem até a Paris de 1920, de carona num antigo Peugeot, para se salvar-se do seu próprio casamento.

De rendez-vous em rendez-vous, Gil Pender (Owen Wilson), o alterego do cineasta, um roteirista de Hollywood insatisfeito com seu trabalho e com sua noiva, conhece toda a nata artística que habitava a Cidade Luz naquela época, como o casal Fitzgerald, Cole Porter, Zelda Scott, Hemingway, Picasso, Gertrud Stein, Luis Buñuel, entre outros.

Os diálogos que o protagonista trava com esses carismáticos personagens rendem boas doses de diversão. Logicamente, os artistas estão bem esteriotipados, para que o público possa mais facilmente reconhecê-los e legitimá-los na trama.

Todo esse devaneio vem entrecortado por reflexões sobre nossas metas de vida, a busca pelo amor, a realização profissional e a dura tarefa de tomar decisões importantes, que são doloridas, porém corretas.

Meia-noite em Paris é um convite para soltar a imaginação e se divertir, flanando com o pensamento pela capital francesa.

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Aquaman: o herói mais trollado de todos os tempos

16 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:27 ]

Pobre Aquaman.

O discípulo de Netuno é, de longe, o super-herói (?) mais inútil da História.

Seus poderes, que se limitam a fazer telepatia com peixinhos, não são lá tão requisitados, a não ser em casos de afogamento e de ataques de tubarão.

Mas cá entre nós: você conhece alguém que já se afogou ou foi atacado pelo terror dos sete mares?

Até o Gleek, o simpático símio azul dos Supergêmeos, tem mais benfeitorias no currículo do que o homem que reside no fundo mar.

Por conta disso, fora da Sala de Justiça, o cara é vítima constante de bullying.

Com pouca moral até entre as crianças (reparem que, nem por um picolé de limão, guri nenhum quer ser o Aquaman nas brincadeiras), o personagem da DC é fonte de inspiração para diversos programas humorísticos.

Confiram abaixo as “homenagens” que o Family Guy, o The Big Bang Theory e o Comédia MTV fizeram para nosso intrépido herói.

Um carro que enxerga para pessoas cegas

14 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 13:18 ]

Eu sei.

Parece manchete do Sensacionalista, mas não é.

Dêem uma olhada nesse vídeo (legendado) sobre o protótipo de um carro para ser dirigido por pessoas cegas, desenvolvido pela RoMEla, empresa de tecnologia robótica.

Mas na boa? Conheço muita gente que enxerga que precisa de um carro desses…

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O feitiço da Apple está no óbvio. Ela mima o cliente

13 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:57 ]


Muito interessante esse artigo da jornalista Carla Jimenez, publicado na Istoé Dinheiro da semana passada (713), que mostra como um serviço de atendimento ao cliente bem executado, como o da Apple nos Estados Unidos, pode ajudar consumidores a se tornarem admiradores de uma marca.

Recomendo a leitura.

Obs: eu já utilizei o serviço de suporte ao cliente da Apple aqui no Brasil, uma vez, e achei igual a quase todos os outros. Esperei uns 15 minutos na linha e minha dúvida não foi solucionada…

“’Farei tudo que estiver ao meu alcance para ajudá-la, quero resolver seu problema.’ Ao ouvir Richard, funcionário do serviço de atendimento ao cliente da Apple nos Estados Unidos, pronunciar essa frase ao telefone pensei: as regras jurídicas para proteger o consumidor no mercado americano devem ser muito severas.

Eu tinha gravado uma entrevista no meu iPod, mas o aparelhinho travou e me deixou na mão. Começou, assim, meu contato com o suporte da companhia de Steve Jobs. Perder uma manhã de sábado resolvendo pepinos de assistência técnica é um mico para muita gente. Para mim, o périplo tecnológico revelou muito a respeito do mito chamado Apple.

Qualquer curso básico de gestão ensina que as empresas precisam “encantar o cliente”. O que a Apple faz é mais que isso. Enfeitiça. A companhia adota uma tática tremendamente óbvia: leva ao pé da letra essa regra mágica. No meu caso, o empenho do atendente ao telefone foi só uma parte do encantamento. Durante as quatro horas da ligação, me ocorria que eu era uma consumidora do Brasil, seguramente um mercado muito pequeno para a Apple.

Lembrei disso novamente quando, na semana passada, liguei para o meu banco e pedi para me explicarem por que o sistema de Internet Banking havia me bloqueado. A pergunta: “A senhora é cliente preferencial, ou é assim… conta simples?” Embora seja preferencial, fiquei chocada com a discriminação. O “simples” se repetia como um eco nos ouvidos, o que me remeteu à saga da Maçã. Na Apple, não há cliente de segunda classe e o atendimento é o mesmo para todos.

O iPod foi trazido por um amigo que viajou para os Estados Unidos. O atendente, então, baseou-se apenas no número da série do aparelho e na inscrição simples que fiz quando o sincronizei ao programa iTunes, da Apple, que solicita os dados pessoais do consumidor. No mais, ele tinha do outro lado da linha, apenas, um cliente angustiado. Desconhecia o nível de renda, profissão ou formação. “Tente esse programa para destravar a gravação.” Tentativa malsucedida.

“Entre nesse site e veja se tem sucesso.” Novamente, não. Richard não jogou a toalha. “Terei de lhe indicar parceiros nossos de aplicativos.” Assim fomos, com variados testes, até que eu mesma propus que desistíssemos. “Não, vamos testar ao menos mais outro.” E assim fomos, sucessivamente, até que Richard conseguiu destravar a entrevista com o economista Gustavo Franco, publicada nesta edição (ufa!).

A experiência me deixou impressionada e apreensiva. Impressionada, porque ficou clara a razão pela qual os apaixonados fãs de Steve Jobs fazem filas gigantes para adquirir os aparelhos da Apple, como se viu na semana retrasada em algumas capitais do Brasil, loucos para comprar seu iPad 2. Os clientes da Apple não apenas gostam do produto.

Relacionam-se com a empresa com veneração e fervor quase religiosos. A apreensão, por sua vez, vem da constatação de que o Brasil ainda está longe desse patamar de qualidade e se acostumou a um atendimento capenga, em que os 0800 não funcionam, os call centers enrolam o cliente e as reclamações não são respondidas, principalmente se forem consumidores do tipo “simples”.

A Apple muda o parâmetro”.

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Father & Son, Eduardo & Mônica

10 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:50 ]

Esse buzz todo gerado em torno do clipe/comercial/filme de Eduardo & Mônica para a campanha do Dia dos Namorados da Vivo (que, independentemente de ser plágio ou não, ficou sensacional), me fez lembrar de outra ação fabulosa.

É o comercial Father & Son, que a Saatchi & Saatchi produziu em 2002 para a Telecom New Zeland, tendo como trilha sonora a homônima canção de Cat Stevens.

Vejam do que estou falando no vídeo acima.

Aliás, no livro Lovemarks, Kevin Roberts, o CEO da agência, conta como se deu o processo de autorização do uso da música com o recluso cantor.

Uma festa com a síndrome de vira-lata

09 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:50 ]

Ronaldo, o Fenômeno, dispensa apresentações.

Três vezes eleito melhor jogador do mundo, maior artilheiro da história das Copas do Mundo (competição que venceu por duas vezes), além de campeão da Copa América, das Confederações, da UEFA, da Recopa etc, etc, etc.

Enfim, um cara fodão. E o melhor: brasileiro!

Isso mesmo, minha gente: um vencedor brasileiro!

Por conta disso, o Gordo, em seu crepúsculo no gramados, merecia não apenas um jogo oficial de despedida da seleção, mas uma festa de arromba, com toda a pompa e circunstância, a ponto de fazer os organizadores do Baile da Ilha Fiscal se revirarem nos caixões de inveja.

Pensando nisso, na terça passada, fui ao Pacaembu com expectativa de ver um grande espetáculo, dentro e fora dos gramados.

Mas não foi o que aconteceu.

E não me refiro apenas ao fato da peleja não ter sido lá grandes coisas e do atacante ter ficado devendo o tão aguardado golzinho que todos queriam ver.

Minha bronca é que o Ronaldo teve uma despedida indigna até do Felipe Melo.

Ao invés da entrada triunfal à meia luz, cheerleaders de minissaias segurando pompons, pirotecnias mil, gelo seco, raio laser, banda de fanfarra, serpentina, confete e esquadrilha da fumaça, o que o público testemunhou foi uma situação melancólica, meio deprimente até.

Foi uma festa caidassa, tímida, silenciosa, que teve o MC Anticlimax como anfitrião.

Deu a impressão que todos ali estavam com vergonha de participar de uma celebração em homenagem a um cara que se destacou no esporte mais popular do planeta.

De diferente mesmo, o R9 teve seu nome anunciado com ênfase pelo locutor do estádio quando entrou na partida, fez seu pronunciamento no intervalo e deu a volta olímpica.

Só! Mais nada.

Muito pouco para um cara do porte (dessa vez sem trocadilhos, ok) do atacante.

Foi um evento tipicamente organizado por gente com síndrome de vira-lata, como dizia o célebre Nelson Rodrigues.

Bem diferente de uma festa organizada por gente que dá o devido reconhecimento aos seus ídolos, como os norte-americanos fizeram na despedida de Michael Jordan das quadras.

O cara foi aplaudido de pé por 3 minutos!

Outro exemplo de festa bem melhor do que a do Ronaldo foi a da despedida do Palermo (sim, o fulano que errou 3 pênaltis numa mesma partida), do Boca (dica do @danilovicente)

Só espero que o meu Verdão, quando São Marcos pendurar as luvas no final do ano, faça algo melhor, à altura de sua história.

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