Kangibrina

Até as crianças sabem: criatividade requer tempo

07 11.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 23:18 ]

Ótimo vídeo para mostrar àquele cliente apressadinho, que sempre exige criatividade inversamente proporcional ao deadline.

Dica da @kinhateixeira

A criatividade contra a pobreza

24 05.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:29 ]

Boas idéias são capazes de muita coisa, entre elas combater a miséria.

Vejam esses dois filmes que mostram como um pouco de criatividade e senso humanitário podem ajudar pessoas em condições de pobreza a evoluir.

A primeira (do cego), logicamente, é um peça ficcional. Mas a segunda (do senhor Félix) é verdadeira, e ganhou inclusive o Young Lions de Portugal em 2009.

De qualquer forma, ambas são inteligentes e inspiradoras, nos motivando a criar e produzir cada vez mais e melhor.

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2 comentários

Eu voto no Cosme da Vila (ou como a criatividade pode combater o crime)

30 08.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 13:49 ]

Já tenho candidato a deputado estadual. O nome dele é Cosme da Vila (70.171). Em pouco tempo de campanha ele fez mais pela segurança do Estado do que muito político empossado.

E quem é esse fulano que eu nunca ouvi falar?

Cosme da Vila é um candidato fictício que a polícia de São Paulo criou para prender traficantes que atuavam na favela de Heliópolis, na zona sul da capital.

Durante dois meses os cabos eleitorais do candidato (na verdade, policiais disfarçados) percorreram as ruas da comunidade com carros de som, distribuindo bandeiras, santinhos e camisetas.

Nessas incursões, fizeram fotos e gravações comprovando a distribuição de droga no local

Na semana passada a operação foi finalizada com um flagrante, que prendeu cerca de 25 pessoas.

Ao autores e executores desse plano o Cangibrina dá os parabéns.

É a prova que muitas vezes a criatividade e inteligência podem ser mais eficazes que a força na hora de combater o crime.

Faltou criatividade…

02 08.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 13:41 ]

A matéria principal da Época desta semana traz como tema a criatividade.

É uma reportagem altamente recomendável, principalmente pro pessoal que trabalha na arte da revista.

Porque?

Ora, porque além da capa totalmente sem graça, em discordância com a temática da matéria, ela é praticamente um plágio da capa da edição anterior.

Vejam e me digam se não estou correto.

Que feio, não?

Criatividade não é nada (sem bom senso)

16 07.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 4:34 ]

A grande maioria das campanhas publicitárias laureadas com leões em Cannes primam por expor idéias simples, criativas e impactantes, deixando as megaproduções óbvias, aquelas estreladas por artistas de renome em lugares comuns, para trás.

Fato comprovado e positivo.

É um estímulo para que as cabeças pensantes produzam cada vez mais e melhor e sejam reconhecidas por isso.

Mas criatividade pura e simplesmente não basta.

Ela precisa integrar um pacote holístico, que envolva também estratégia, timing, target e diversos outros elementos, como o bom senso.

Ah, o bom senso.

Essa voz interior que muitas agências (e pior: com a anuência dos clientes) não ouvem antes de colocar uma campanha no ar, proporcionando coisas muitos desagradáveis.

Querem ver?

A foto acima é de uma campanha alemã de um xampu da Pantene contra caspa. Para divulgar o produto, a agência distribuiu saleiros em restaurantes imitando a embalagem do produto.

A idéia é que o sal faça o papel da caspa e chame a atenção das pessoas.

Criativo não? Sim, criativo e nojento. Muito nojento. Uma associação infeliz que deve ter tirado o apetite de muita gente.

Onde essa gente estava com a cabeça?

Fail total.

Outro exemplo é essa campanha do XBox 360 na África do Sul. Os caras foram muito criativos ao utilizar os avisos de multas para fazer propaganda do game Need for Speed.

É um verdadeiro case de Mind Fuck e por isso eu gostei muito.

Agora, que hora inoportuna, não?

Você puto, por ter acabado de tomar uma multa, e alguém quer que você compre um game?

É o mesmo que colocar anúncio de antiácido num menu de comida.

Por conta disso, parafraseando o grande cantor e filósofo de botequim Falcão, podemos dizer que “criatividade é tudo, mas não é 100%”.