Kangibrina

O Ipad e o mercado animal

15 04.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 20:56 ]


Extra! Extra!

O instituto de pesquisa Data Animal Consumer revela: gatos aprovaram Ipad. Cachorros não.

Confiram os vídeos abaixo.

GATO

CACHORRO

O Steve Jobs que fique esperto e trate de adaptar rapidamente seu produto para a população canina.

Afinal não dá pra desprezar um mercado com 600 milhões de consumidores em potencial.

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Objeto do desejo

27 01.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 21:07 ]

Teve gente que gostou muito. Outros nem tanto (preferem testá-lo antes de emitir opinião). Teve quem achasse ser só um Iphone gigante. Os mais renitentes afirmaram que não trocarão seus notebooks ou netbooks pela novidade.

E eu?

Bem…

Eu achei do caralho!

O bicho permite que você leia jornais e livros, acesse sites, veja filmes, mande emails, redija trabalhos, arquive imagens…

Além de tudo é leve e fino e a bateria dura 10 horas.

Enfim, é uma ferramenta e tanto.

Quero um iPad agora, porra!

Veja o vídeo de demonstração do tablet e leia esse interessante artigo sobre como o iPad pode revolucionar a mídia e o marketing.

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Réquiem para o livro

12 01.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 15:14 ]

Sim. Os bibliófilos podem ir preparando as condolências. Não será hoje. Não será amanhã. Não será neste ano. Talvez alguns dos velhinhos da Academia Brasileira de Letras nem vivam para presenciar o fato. Mas não demorará muito tempo para que o livro – pelo menos da forma tradicional como o conhecemos – seja totalmente devorado pela traça da tecnologia.

Sei que o assunto é controverso e suscita discussões.

Eu mesmo – rato confesso de livraria que nutre um estranho fetiche por cheiro de livro novo – defendia até recentemente que a internet e a digitalização não acabaria com obras impressas em papel.

Acreditava numa coexistência pacífica, atendendo públicos distintos, com um predominância do modelo analógico, baseado no fato de ser pouco provável a criação de uma plataforma, um suporte mais confortável, prático, barato e funcional que pudesse suplantar o velho e bom livro.

Mas mudei de lado.

Com o contínuo aperfeiçoamento dos e-readers (vide alguns apresentados no último Consumer Eletronics Show), o processo em favor da digitalização parece irreversível.

Os Kindle & Cia estão mais leves, finos, fáceis de manusear e com mais recursos. Permitem que você baixe o conteúdo de uma biblioteca inteira.

Confesso que estou pensando seriamente em adquirir um.

Por enquanto o preço ainda é uma barreira. Por enquanto.

A tendência é que, assim como os celulares, os valores dos aparelhos diminuam e o serviço passe a ser a galinha dos ovos de ouro do mercado editorial.

Lógico que haverá honrosas exceções.

Livros de arte ou com forte viés visual, por exemplo, deverão continuar existindo em papel, só que muito mais como um objeto de decoração, um souvenir, do que uma obra literária.

Mas a literatura pura e simples migrarará totalmente da celulose para as telinhas de LCD.

E para os amantes do livro à moda antiga restarão os sebos, onde, saudosistas, poderão folhear páginas amareladas de suas obras preferidas, conversar sobre antigas livrarias que viraram lan houses e comer saborasas madeleines enquanto participam de animados saraus.

“Este post está participando do Concurso Profissão Blogueiro, que vai premiar três blogueiros com netbook e kit completo para quem quer ter um blog de sucesso. Acesse: www.ideiasnoar.com.br/profissaoblogueiro.”

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