Kangibrina

Mijando no chão, molhando a mão do guarda

12 11.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:31 ]

Podem me chamar de Cândido, Poliana e afins, mas sou um otimista incorrigível com relação ao Brasil. Acredito – e os números confirmam – que o Brasil cresceu muito nos últimos anos, e continuará nessa toada (com oscilações, é verdade) por um bom tempo.

Acho essa corrente do “imagina na Copa”, “no Brasil tudo acaba em pizza” um verdadeiro porre, de gente que gosta mais de reclamar do que de agir.

Mas, otimismo à parte, nosso país ainda tem parâmetros que mostra o quanto ainda temos que evoluir. E não estou falando dos parâmetros macro, como baixo índice de educação, crimininalidade em alta, caos no transporte, etc.

Estou falando das pequenas coisas do cotidiano que, para a maioria das pessoas passa batido, mas que revela uma preocupante faceta dos brasileiros.

Dois exemplos:

O primeiro é a tolerância às “pequenas corrupções”.  Uma pesquisa do Vox Populi divulgada na semana passada revelou que 23% da população não considera corrupção subornar um guarda para não levar uma multa.

Outros pequenos delitos tolerados apontados pela pesquisa são não dar nota fiscal, não declarar Imposto de Renda, falsificar carteirinha de estudante, dar/aceitar troco errado, roubar TV a cabo, furar fila, comprar produtos falsificado e bater ponto pelo colega.

Um povo que corrompe não pode querer que seus representantes em instâncias públicas não corrompa. Portanto, é um comportamento que precisa ser mudado.

E o segundo item de nosso atraso são esses avisos de “pedagogia sanitária”. Quando entro em um lugar com essa placa, que de tão comum em nossos WCs parece item obrigatório de decoração, me dá uma depressão danada…

Um povo que vai ao banheiro e precisa ser informado que não se deve urinar no chão, jogar papel no vaso e dar a descarga é porque ainda tem um longo caminho pela frente.

Enquanto não pararmos de mijar no chão e molhar a mão do guarda, nunca seremos uma grande nação.

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Honestidade não vale um punhado de moedas

06 08.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:33 ]

Eu detesto moedas.

Tem pouco valor, adoram se jogar no chão e depois sair correndo, são fáceis de perder, difíceis de guardar e ainda, quando andamos com elas no bolso, ficam fazendo aquele barulhinho mala de guizo.

Por conta disso, assim que recebo troco em moedas, procuro imediatamente pagar alguma coisa com elas ou guardá-las em lugar que não me incomodem.

Geralmente, elas vão parar no porta-objetos do meu carro. É um hábito de alguns anos. Pego as moedas que recebo e deposito lá. Uso essas moedas para ir pagando estacionamento, flanelinhas, artistas de ruas e pedintes…

Nunca conto quanto tenho, mas às vezes, acredito, deve chegar a uns 7, 8 reais.

Pois bem. Estou falando tudo isso pra relatar um fenômeno que sempre acontece quando vou deixar meu carro na concessionária para revisão.

As moedas somem. Todas. São simplesmente rapeladas.

Nas primeiras vezes, as moedas ficavam lá porque eu esquecia. Nas outras vezes, quando o fato se tornou corriqueiro, decidi propositalmente deixar as moedas lá para testar o “índice de honestidade da concessionária”.

Já devo fazer isso há uns 7 anos mais ou menos. Em todas, absolutamente todas, o carro voltou sem as moedinhas. Já cheguei a relatar o caso nos SACs das concessionárias explicando que não se tratava do valor que foi furtado, e sim do que o ato representa.

Sempre recebo um pedido de desculpas afirmando que o caso será apurado. Lógico que não acontece absolutamente nada.

Mudo de concessionária (inclusive de marca) e o procedimento continua o mesmo. Será que roubar algumas moedinhas de quem tem carro não é desonestidade? É um crime menor?

O dinheiro que me foi furtado não me fará falta, mas, cada vez mais, me faz ter menos confiança na empresa. E confiança, meu amigo, é algo que, como diz aquela propaganda do MasterCard, não tem preço.

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Sem mais,

21 07.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 17:36 ]
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Parabéns, Seu Raimundo! Parabéns, Santos!

15 07.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 17:01 ]

Se estivesse conosco, meu pai teria completado no último 11 de março 70 anos. Ele se foi de forma precoce, há 8 anos, vítima de um infarto traiçoeiro, deixando saudades incontáveis na família e nos amigos.

Meu pai nasceu em Aratuba, uma simpática cidadezinha serrana do Ceará. Veio para São Paulo ainda moço, para estudar e trabalhar. Aqui conheceu o amor de sua vida, dona Teresinha, casaram-se e tiverem quatro filhos.

Quando se mudou para cá, Seu Raimundo adotou o Santos como time do coração. Não era fanático, mas acompanhava de perto o time, pelo rádio ou pela tv. Ainda é nítida na minha memória a imagem dele, nas tardes de domingo, ouvindo os jogos do Peixe em um Motoradio azul, na voz de Fiori Giglioti, pela Bandeirantes AM 840Khz.

Só não virei santista porque meus avôs maternos (palmeirenses fervorosos) foram mais rápidos. Logo pequeno, fui brindado com todos os mimos possíveis e imagináveis com o escudo do Palestra. E ainda meu avô me levava para ver aos jogos no estádio.

Mas o convívio clubístico entre eu e meu pai era mais do que harmônico. Era fraternal. Ele também me levava ao estádio e vibrava junto comigo. Quando assistiámos aos jogos do Palmeiras pela tevê, era comum flagrá-lo torcendo mais do que eu. E a recíproca era mais do que verdadeira. Sempre torcia para o Santos ganhar dos adversários.

Eu me lembro muito bem dos abraços apertados que nos demos quando o tal Zapata chutou aquele pênalti para fora e o Verdão conquistou a Libertadores em 1999 e quando o Santos saiu da fila em 2002, com direito a um show de pedaladas de Robinho.

Por tudo isso, considero o Santos meu segundo time. Quando não é contra o Verdão, torço para o time praiano sim senhor. O clube que revelou Pelé, o melhor jogador de todos os tempos, e que neste ano completou 100 anos de vida.

E para homenagear Seu Raimundo (70 anos) e o Santos FC (100 anos), resolvi conhecer a Vila Belmiro, estádio que ainda não havia visitado. No último domingo (8 de julho), eu e meu irmão fomos ver Santos 4 x 2 Grêmio, com mais um show de Neymar e, quem sabe, do futuro camisa 10 da seleção, Felipe Anderson, o melhor jogador em campo.

Cobrindo meu coração, estava o escudo santista, da camisa que dei para meu pai alguns meses antes dele partir. Dessa forma, meu pai, eu e meu irmão, juntos, estivemos na Vila, pela primeira vez. Espero que, lá de cima, ele tenha gostado do presente.

Parabéns, meu pai. Te amo muito. Um grande beijo.

Do seu seu filho,

Denis

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Pelo direito à alienação consciente

21 03.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 18:33 ]

Sou um grande alienado, confesso.

Um pária da sociedade da informação que se recusa a ingerir as pílulas homeopáticas de tragédia produzidas cotidianamente pelos meios de comunicação.

E a cada dia que passa a situação se agrava. Minha ojeriza às notícias factuais, do noticiário geral, chegou a proporção tal que os médicos já me desenganaram.

Não tem mais volta. Só para vocês terem uma ideia, eu não vi o famoso vídeo do assassino de criancinhas Joseph Kony, o viral mais rápido da história. Do louco que matou crianças judias em uma escola na França, não sei nem o nome.

Também não procurei me informar sobre a menina que morreu no Hopi Hari ou daquela outra atropelada por um jet ski. Me recusei a ver o vídeo do Fantástico sobre fraude em licitações.

Não tenho a mínima ideia sobre quem é o pedestre/ciclista da vez, atropelado por um bêbado que não ficará nem uma noite na prisão. Também não vi nenhum desses vídeos que pululam no Facebook, mostrando maus-tratos a velhinhas, crianças ou animais.

Há algum tempo optei pela alienação consciente. Sim, alienação consciente. Não leio, ouço ou vejo nada que não me traga valores positivos. Me orgulho disso? Claro que não! É egoísmo da minha parte não participar ativamente dessa indignação social? Não sejamos hipócritas: claro que sim!

Mas, sinceramente, não me vejo fazendo a diferença na sociedade compartilhando esse tipo de informação pelas mídias sociais ou fazendo manifestação na Paulista.

Estou fazendo o certo? Sinceramente não sei. Espero que sim. Só sei que consigo fazer minha parte, ser mais cidadão, estimulando e disseminando conhecimento positivo.

Com as mídias de nicho, você é editor do seu próprio jornal, e consegue ficar informado apenas sobre o que lhe interessa. No meu caso: mídias sociais, empreendedorismo, cursos profissionais, novas ideias, projetos sociais, qualidade de vida, tecnologia, manifestações culturais e, claro, o meu Verdão querido.

Com a informação que recebo, procuro criar um conteúdo que inspire as pessoas a evoluir, estimule todos a ler, estudar, procurar coisas edificantes que façam a diferença em suas vidas.

Não há nada (repito: nada) mais belo no mundo do que ver uma pessoa evoluindo, aprendendo. Por isso não gosto de coisas 100% perfeitas. Uma obra perfeita é uma obra acabada. Ela não vai para lugar nenhum. Serve apenas para ser contemplada.

Quando digo evolução, refiro-me desde um bebê que aprende a dar os primeiros passos a um senhor de cabelos grisalhos que entra na faculdade. Um moleque que mal sabia segurar o violão agora fazendo solos intermináveis.

Parto do pressuposto que pessoas que evoluem, mudam, aprendem, são seres mais realizados, satisfeitos, e tendem a compartilhar o conhecimento e essa sensação boa que possuem.

Ao fazerem isso, contagiarão outras pessoas, que pegarão o mesmo rumo, entrando num looping infinito de auto-realização.

Pelo pouco que esse alienado pode perceber ao longo dos seus 38 anos, pessoas bem resolvidas, com o espírito de cidadania arraigado e boa educação, tendem a pensar mais no coletivo, em soluções holísticas de longo prazo.

Pelo menos é nisso que eu acredito.

Se você discorda de mim, me acha um cara supérfluo, que não está aí para causas mais urgentes, tudo bem. Eu sou apenas um nefelibata diletante, que escreve num blog sobre o direito à alienação consciente.

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Os discos da minha vida: “25 Anos de Rock’n Roll”

12 03.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 23:39 ]

Em família de roqueiros, quem gosta de Roupa Nova, Elton John, 14 Bis e afins só pode ser alvo constante de ironias. Que o diga minha querida irmã mais velha, Aline, que tem de aguentar brincadeirinhas do seu power trio de irmãos: eu, Daniel e Laura, todos adeptos do bom rock’n roll.

Mas justiça seja feita: não fosse por ela nós provavelmente não teríamos enveredado pelo caminho das guitarras distorcidas, do baixo sinistro e da bateria 2 x 2. Isso porque antes de se converter a um som, digamos, mais meloso, Aline era ouvinte assídua de Queen, Peter Frampton, Stray Cats, Elvis Presley…

Foi ela que comprou o primeiro disco de rock que ouvi na vida, o 25 Anos de Rock’n Roll, que elegi como tema do primeiro post de uma série que vou escrever sobre os discos que influenciaram minha vida. Só para vocês terem uma idéia, estão na lista: Dois (Legião Urbana), Rocket to Russia (Ramones), As Aventuras da Blitz (Blitz), Vivendo e Não Aprendendo (Ira!), Closer (Joy Division), Raising Hell (Run DMC) e muitos outros.

E estou falando de discos de vinil mesmo, ok? Não vou considerar os CDs. Portanto, esteja preparado para muita coisa velh…ou melhor, vintage, que vem por aí.

Lançado em 1980 pela SOMA, a então gravadora da Globo, o álbum, duplo, reunia 30 petardos, entre eles Splish Splash (Bobby Darin), Blue Suede Shoes (Elvis Presley), Whole Lotta Shakin’ Goin’On (Little Richard), Blueberry Hill (Fats Domino), Tutti Frutti (Pat Boone), Roll Over Beethove (Chuck Berry) e, claro, Rock Around the Clock (Bill Haley & His Comets).

A capa é um episódio à parte. A foto é um enorme bolo, com as cores dos Estados Unidos, que tem na sua cobertura um casal de dançarinos, devidamente trajado como se estivesse num baile dos anos 1960. O curioso é que a garota da capa é, nada mais, nada menos, do que Xuxa Meneguel, ainda no frescor de seus 20 e poucos anos.

O texto na contracapa, assinado pelo compositor Alf Soares, traz uma bela resenha sobre a história do rock, até então um jovem adulto de 25 anos.  ”Os grandes empresários, espertos como sempre, ao perceberem que a grande penetração do rock nos seis da família encontrava alguma (ou bastante) resistência por parte dos pais (…) trataram de criar ídolos que se identificassem com qualquer adolescente de qualquer parte urbana do mundo”.

Lembro que, como tinha uns 7, 8 anos, não era autorizado a mexer na “vitrola” para ouvir música de gente grande. Só podia colocar meus disquinhos de fábulas infantis da Disney….Por isso, gostava quando minha irmã colocava os vinis dela pra rodar e um novo mundo se abria pra mim, cheio de sons diferentes, imaginação e rebeldia.

DISCO 1
A1 – Bird Dog – Everly Brothers (Boudleaux – Bryant)
A2 – Great Balls Of Fire – Jerry Lee Lewis (Hammer – Blackwell)
A3 – Poetry In Motion – Johnny Tillotson (Kauffman – Anthony)
A4 – Teen Beat – Sandy Nelson (S.Neolson – A.Egnoian)
A5 – Splish Splash – Bobby Darin (B.Darin – J.Murray)
A6 – Magic Touch – The Platers (B.Ram)
A7 – I’M Gonna Knock On Your Door – Eddie Hodges (S.Wayne – A.Schroeder)
A8 – Blue Suede Shoes – Elvis Presley (Perkins)
B1 – Yakety Yak – The Coasters (Leiber – Stoller)
B2 – Whole Lotta Shakin’ Goin’ On – Little Richard (D.Williams – S.David)
B3 – Sugar Shack – Jimmy Gilmer (K.McComack – F.Voss)
B4 – Dance With The Guitar Man – Duanne Eddy (Hazelwood – Eddy)
B5 – Judy In Disguise – John Fred & The Playboy Band (J.Fred – A.Bernard)
B6 – Please Love Me Forever – Tommy Edwards (Edwards)
B7 – Sea Cruise – Frankie Ford (H.Smith – J.Vicent)
B8 – Little Devil – Neil Sedaka (N.Sedaka – Howard Greenfield)

DISCO 2
C1 – Blueberry Hill – Fats Domino (Lewis – Stock – Rose)
C2 – Party Doll – Buddy Knox (Knox)
C3 – You Are My Destiny – Paul Anka (P.Anka)
C4 – Torquay – Firesballs (G.Tomsco)
C5 – What’D I Say – Ray Charles (R.Charles)
C6 – One Summer Night – The Danleers (S.Coslow – Spier)
C7 – Rock Aroud The Clock – Bill Haley & His Comets (M.Freedman – J.De Kinight)
D1 – My Heart Is A Open Book – Carl Dobkins Jr. (David – Pockriss)
D2 – Alone – Shepherd Sisters (S.Craft – M.Craft)
D3 – Magic Moment – The Drifters (D.Domus – M.Shuman)
D4 – Bongo Rock – Preston Epps (P.Epps – A.Egnoian)
D5 – Tutti Fruti – Pat Boone (La Bostrie – Penniman)
D6 – Why Do Fools Fall In Love – Frankie Lyman & The Teenagers (F.Lyman – G.Gouldner)
D7 – Roll Over Beethoven – Chuck Berry (C.Berry)

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Steve Jobs em sua primeira aparição na TV

25 02.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 19:01 ]

Sempre antes de uma palestra, curso, entrevista ou outro tipo de aparição pública, costumo sentir certa ansiedade.

Normal. Esse é um sintoma comum em 99% das pessoas em situação como essa, principalmente quando se é novato na bagaça.

Com a experiência que se vai adquirindo, ensaios constantes e o aprendizado de técnicas específicas é possível ir deixando os nervos no seu devido lugar.

Mas o fato é que, apesar de tudo, nem mesmo o mestre dos magos Steve Jobs, cujas apresentações são inspiração para 11 de cada 10 palestrantes, ficava livre da tensão pré-palco.

Veja esse vídeo de 32 anos atrás com cenas dos bastidores da primeira entrevista do criador da Apple na TV, em que, lá pelas tantas, ele, com um riso nervoso, solta a frase: “Estou terrivelmente nervoso e pronto para vomitar a qualquer momento. Eu não estou brincando”.

Confesso que achei estranho ver Jobs, uma muralha de segurança e assertividade, mostrando-se frágil e inseguro, revelando uma faceta sua pouco conhecida, a de um “mortal comum”.

Mais do que uma curiosidade, esse vídeo é um incentivo para todos que querem vencer o receio de falar em público e brilhar nos palcos.

Sem querer, Jobs, mais uma vez, veio para nos inspirar.

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Até as crianças sabem: criatividade requer tempo

07 11.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 23:18 ]

Ótimo vídeo para mostrar àquele cliente apressadinho, que sempre exige criatividade inversamente proporcional ao deadline.

Dica da @kinhateixeira

Exército dos EUA oferece game de graça para atrair candidatos

11 07.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 18:15 ]

Ontem, vendo o ótimo documentário Digital Nation, no canal GNT, fiquei surpreso ao tomar conhecimento de como o exército norte-americano está fazendo uso maciço dos games para atrair, engajar e recrutar jovens para a infantaria do Tio Sam.

Fruto de um investimento de 13 milhões de dólares, o The Army Experience Center, na Filadélfia é uma imensa e moderna lan house, uma espécie de casamata do mundo 2.0, dotada de 19 consoles XBox e 60 estações com PCs conectados em rede.

O uso dos games – todos relacionados à guerra, of course my horse – é GRATUITO. O cidadão só precisa fazer um registro e pronto: pode passar o dia inteiro dando tiros virtuais e matando quem bem entender.

O local também tem helicóptero e veículos de combate usados em treinamentos simulados do exército, onde grupos de jovens podem simular ataques ao campo inimigo.

Os instrutores do AEC são soldados que procuram conversar e fazer amizades com os frequentadores, visando atrair mais ovelhas verde-oliva para o rebanho.

Não há como negar: o exército ianque foi criativo e enxergou uma ótima possibilidade de se aproximar da nova geração e acertou em cheio em investir nos games, que encontra grande aceitação entre o público mais jovem.

Nesse ponto, meus parabéns.

Mas confesso que fiquei relativamente incomodado ao ver moleques que ainda nem sabem segurar direito uma lâmina de barbear empunhando armas.

Ok, são armas de brinquedo, mas não deixa de ser algo meio desconfortável.

Vejam e tirem suas próprias conclusões.

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Provérbio italiano

19 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:03 ]

“Quando o jogo acaba, o rei e o peão voltam para a mesma caixa”.

Alguma coisa está fora da ordem

30 03.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 11:17 ]

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