Kangibrina

Brincando de contar marcas com o Mc Guime.

11 06.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 23:53 ]

Você conhece Mc Guime? Eu não conhecia até semana passada, quando vi essa clipe da música “Tá Patrão” com a impressionante marca de 10 milhões de visualizações. Além da quantidade absurda de views, o vídeo me chamou a atenção pela onipresença de várias marcas.

Além da citação na letra da Nike, da Oakley, Camaro, etc, o clip mostra por diversas vezes o logo da Honda, da BMW, da Mercedes, da Red Bull… Pelo menos foi o que consegui observar. Veja o vídeo e diz aí se você achou mais alguma marca.

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Corinthians: o Barcelona brasileiro no marketing

29 03.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 20:15 ]

Eterno alvo de gozação dos adversários pelo provincianismo, a falta de estádio e títulos internacionais (Mundial de 2000? kkkkkkk), o Corinthians é soberano no Brasil quando se trata de marketing esportivo.

Embora um ou outro clube ensaie uma ação diferenciada, como o recorde mundial de tatuagens do Vasco e o crowdfunding do Palmeiras pelo Wesley, o time da Marginal sem número não encontra adversário à altura nessa seara.

A República Popular do Corinthians é uma das campanhas mais inteligentes e completas do futebol mundial. Soube traduzir um desejo do torcedor em algo tangível, que deu um significado coletivo – e mercadológico – a essa paixão.

Logicamente, a parceria com a Nike e a chancela do ex-presidente Lula muito contribuíram para o sucesso da empreitada. Mas só obtém esse apoio quem ousa, tem visão estratégica e pensa fora da caixa.

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Palmeiras e o caso Wesley: crowdfunding, mendicância ou jogada de marketing?

27 02.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:36 ]

O Palmeiras está sendo o primeiro grande clube brasileiro a utilizar o serviço do MOP (My Own Player), site em que torcedores contribuem com cotas em dinheiro para que seu time do coração contrate jogadores.

O atleta em questão é o meia Wesley, de 24 anos, cujos direitos pertencem ao Werder Bremen, clube de futebol alemão. Para contratar o jogador o Palmeiras precisa arrecadar aproximadamente R$ 21 milhões até o dia 25 de março para pagar a agremiação.

Caso o valor não seja alcançado, a contribuição será devolvida aos participantes. No momento em que este post está sendo redigido, 24 horas depois do lançamento da campanha Wesley no Verdão, cerca de R$ 157 mil foram arrecadados.

Se essa média de arrecadação se mantiver, o Palmeiras conseguirá arrecadar em 30 dias pouco mais de R$ 4,7 milhões, ou seja, cerca de 25% do total necessário, impedindo que a transferência seja concretizada.

Toda essa movimentação em torno da contratação de Wesley me fez pensar em muitas coisas, boas e ruins (informação importante para você, leitor: sou parmerista fanático. Sim, fazer o que?), e intrinsecamente ligadas. Vou sustentar minha linha de raciocínio sob o tripé: 1) positivo, 2) negativo e 3) Uau, que puta jogada de marketing.

Do ponto de vista positivo, não há como negar que o Palmeiras está sendo extremamente ousado ao apostar no conceito de crowdfunding para contratação do meia.

Para quem não sabe, crowdfunding é um movimento colaborativo de arrecadação de dinheiro via mídias sociais, visando a realização de um projeto, oferecendo alguma contrapartida ao endossante (no caso, a contratação do jogador).

No Brasil, o site mais conhecido de crowdfunding é o Catarse. Essa postura vanguardista, para um clube que é assombrado constantemente por mentes obscuras da Camorra, é algo alentador e que dá esperanças à torcida por dias melhores.

Do ponto de vista negativo, tem o fato da diretoria do clube, depois de quase um mês de negociações, não ter conseguido levantar recursos para selar a transação.

Conclusão: o presidente Arnaldo Tirone e companhia limitada tiveram que assinar o atestado de incompetência e mendigar ajuda para o pobre do torcedor. Um papelão!

E se essa vaquinha não der certo, o clube certamente será protagonista de um dos maiores micos da história do futebol brasileiro. E aqui cabe mais uma consideração: R$ 21 milhões por um jogador mediano como o Wesley? Francamente…

Agora, tem a última alternativa, que, se for verdadeira, realmente será uma jogada genial de marketing.

A hipótese que passei a levar em consideração é a seguinte: o MOP estava querendo receber os holofotes da mídia para começar a atuar no futebol brasileiro.

Primeiro tentou acordo com o Corinthians para trazer o volante Christian e depois o São Paulo para viabilizar o retorno do atacante Nilmar. Não deu certo.

O Palmeiras apareceu então como opção. E já tinha um jogador praticamente engatilhado, o tal Wesley que, de reforço garantido e praticamente anunciado, passou a ser dúvida.

Tudo bem que a atual direção palmeirense é um poço de incompetência, mas achei muito estranha essa repentina ausência de crédito bancário.

Veja: o clube alemão já havia aceitado a proposta alviverde e liberou o jogador, que por sua vez veio para o Brasil e acertou os salários e o Palmeiras já fez sua pré-inscrição no Campeonato Paulista.

Estranho, não? Seria uma imensa irresponsabilidade de todos os envolvidos (Palmeiras, Werder, Wesley, que inclusive já está treinando com o elenco) chegar a esse ponto sem a mínima garantia.

Ao que parece, o Palmeiras tem o dinheiro, mas como surgiu essa proposta para divulgar o My Own Player (espero que tenha sido um acordo bom para o clube, e não para o dirigentes) a estratégia foi criar essa novelinha, que conta com um final feliz garantido.

Se essa hipótese estiver correta, o que vai acontecer é que, faltando poucas horas para encerramento do prazo de pagamento, o Palmeiras, um banco ou qualquer outra instituição fará o depósito com o valor faltante e Wesley será contratado.

Com isso, torcedores, dirigentes, o jogador e, principalmente o MOP, ficarão felizes. Com o sucesso da empreitada alviverde, outros clubes ficarão estimulados a utilizar o crowdfunding para contratar atletas.

Agora, se essa hipótese for verdadeira e vier a público, o que vão pensar os torcedores que colaboraram com o fundo, sendo que o clube tinha o dinheiro? Verdadeiros idiotas, né?

Acho que, independentemente do desfecho dessa história, é necessário fazer uma apuração profunda para saber quem de fato está por trás dessa parceria envolvendo Palmeiras e o MOP.

Domino´s vai dar 500 doletas para quem criar seu novo uniforme

10 02.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 18:33 ]

Depois que usou com sucesso as mídias sociais para reverter o linchamento público a qual foi submetida com o famoso vídeo no Youtube, em que dois funcionários faziam coisas à la Jack Ass com os alimentos, a Domino´s Pizza parece que tomou gosto de vez pelas redes.

Somando-se aos consagrados Show us your pizza (blog em que os clientes colocam fotos das pizzas que recebem e a empresa premia as mais votadas) e o pizza tracker (no qual o cliente acompanha o estágio de produção da pizza, incluindo o nome do funcionário que a está preparando) a Domino´s lançou agora o Think Oven.

Trata-se de uma página no Facebook onde as pessoas podem sugerir idéias e serem recompensadas financeiramente por isso. A primeira ação envolve a mudança do uniforme dos funcionários (acima, proposta enviada por internauta). A Domino´s pede sugestões de visual, por escrito ou por imagem. A ideia vencedora ganhará 500 dólares de prêmio.

Mais uma da Ikea: apartamento no metrô de Paris

11 01.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 21:59 ]

A Ikea, multinacional do varejo de móveis e decoração, é uma das empresas mais vanguardistas do mundo quando o assunto são ações promocionais e de relacionamento com o consumidor.

Há alguns dias noticiamos que ela promoveu uma festa do pijama em uma de suas lojas na Inglaterra para 100 clientes que curtiam a página da empresa no Facebook.

Agora, eles resolveram aprontar mais uma: montaram um apartamento decorado de 54 metros quadrados no metrô de Paris. Tudo, claro, mobiliado com produtos da loja e, com um detalhe interessante: com gente morando.

Durante uma semana, cinco pessoas residirão no local exercendo atividades cotidianas, como fazer comida, limpar a casa, assistir TV, escovar os dentes, dormir, receber amigos (menos tomar banho, afinal, estamos na França).

A ideia é mostrar que a Ikea tem móveis práticos e confortáveis que se adequam a todos os tipos de espaços, inclusive para pequenos apartamentos.

Esse Big Brother metroviário pode ser acompanhando pelos usuários do metrô e em clips que a empresa vem disponibilizando no Youtube

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Ikea promove festa do pijama para seus fãs do Facebook.

05 01.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:02 ]

Referência mundial em ações de mídias sociais, a Ikea, multinacional sueca de móveis e utensílios domésticos, resolveu premiar seus seguidores no Facebook com uma festa do pijama (em estilo família, ok, sua mente poluída?)

A ideia surgiu depois que clientes da loja criaram uma comunidade no FB chamada “Eu quero participar de uma festa do pijama na Ikea”. Nada mais do que 98 mil pessoas curtiram a página. Destas, 100 foram selecionadas por meio de um concurso para participar da brincadeira em uma loja na Inglaterra.

Os participantes, todos trajando pijamas, puderam usufruir das camas e sofás da loja, além de lanches e bebidas achocolatadas, massagem, serviço de manicure e outras mordomias.

Será que a Tok Stok ou a Etna tem as manhas de fazer algo do gênero por essas terras tupiniquins?

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eBay cria loja interativa de doação de brinquedos

25 11.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:08 ]

Aproveitando o espírito natalino, a eBay, site de compras norte-americano, montou duas lojas de doação de brinquedos interativas, chamadas “Give a Toy Store”.

Na verdade são vitrines interativas em 3D instaladas nas ruas de Nova York e São Francisco com o objetivo angariar doações para crianças carentes.

Funciona assim: qualquer pessoa baixa o aplicativo no seu smartphone, passa o display no QR-Code do brinquedo na vitrine e aprova a doação de um valor.

Quando isso acontece, o brinquedo agradece o usuário. As doações também podem ser feitas via online, no site da Give a Toy Store

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Chevrolet customiza hotsite do Cruze com nome do cliente

15 11.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 11:56 ]

A Chevrolet, uma montadora que até então pouco vinha usando as mídias sociais para promover seus produtos – diferentemente da Fiat (cujo Mio é referência mundal no assunto), da Ford (que utiliza o Facebook como prolongamento dos seus comerciais na TV) e da Volks (famosa pelos jogos para smartphones) começou a se mexer e fez uma boa campanha online para seu mais recente lançamento, o Cruze.

O start é offline, por meio de uma mala direta com informações do veículo e também um QR-Code e um link com o nome do cliente (meuchevroletcruze.com.br/cliente) para um hotsite exclusivo.

Na página estão disponíveis ringstones, wallpapers, screensaver e diversos vídeos mostrando o funcionamento do veículo, formando quase um manual de uso, e acesso para o Facebook e Twitter da montadora.

Ainda falta maior interação e jogos, é verdade, mas já é um começo, um primeiro passo para a Chevrolet se modernizar e entrar de vez nas mídias sociais.

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Que tal apostar uma corridinha com um campeão de maratonas?

10 11.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:26 ]

Para promover sua participação na Maratona de Nova York, realizada no início de novembro, a marca de material esportivo Asics instalou numa estação de metrô da cidade um enorme painel eletrônico onde as pessoas podiam apostar uma corrida de 20 metros com o maratonista Ryal Hall.

Como era de se esperar, ninguém conseguiu superar a marca do atleta (4;46).

Mas valeu a brincadeira.

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Amazon lança locação de livros digitais para Kindle. E agora, editoras?

03 11.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:16 ]

A Amazon, maior livraria virtual do mundo, acaba de lançar um serviço de locação de ebooks para Kindle. Segundo o G1, os associados ao programa Amazon Prime terão acesso a cerca de 5 mil títulos, incluindo best-sellers, por US$ 80 dólares anuais.

Cada associado poderá locar 1 obra por mês, sem data de vencimento.  Ou seja, se o usuário utilizar sua cota durante todo o ano, pagará US$ 16 por livro. Mas tem um “detalhe”: o associado também tem acesso a um acervo de 13 mil filmes e programas de TV. Nada mal, hein?

Trata-se de uma notícia emblemática (mais uma) para o mercado editorial. A Amazon está apostando num serviço que, se der certo, irá forçar mudanças significativas no setor.

Está evidente que no mundo digital a “comercialização” do livro não se resume à compra e venda de produto, como no sistema tradicional. Se as editoras achavam que para se adaptar ao universo 2.0 era só migrar o modelo de negócio do papel para o digital, estavam redondamente (ou melhor, retangularmente) enganadas.

O horizonte agora é bem mais amplo.

E, ao contrário do que muitas empresas do setor imaginam, isso será bom para elas e seus stakeholders (novos e antigos), permitindo a maximização de ganhos.

O que as editoras precisam ter em mente é que, diferentemente do papel, a plataforma digital permite uma infinidade de usos.

Uma das possibilidades, principalmente no que se refere ao conteúdo para tablets, é o uso de vídeos, sons e conexão às redes sociais.

Ora, porque não, dentro de cada livro, incluir essas vantagens? Fazer um video-chat com o autor do livro? Criar fóruns de discussão? Ouvir as músicas que são citadas pelo protagonista no decorrer da história? Disponibilizar teasers-clips? Permitir com que seja possível acessar comentários de outros leitores ou que se cole trechos de livros em suas páginas nas redes sociais? Porque não criar concursos culturais e enquetes sobre a história?

Indo mais além: porque não fazer product placement em livros? Por que não vender cotas de patrocínio para capa, contracapa e capítulos? Porque não comercializar palavras-chave? Dentro do contexto certo, não há pecado nenhum nisso. Ouvi dizer que um tal de Google fez isso e tá faturando horrores…

E porque, isso sendo feito, não disponibilizar gratuitamente a obra ao leitor, em troca apenas do preenchimento de um simples cadastro?

O papel das editoras no século 21 é o mesmo de tempos atrás: produzir conteúdo e disseminar conhecimento.

A grande diferença é que agora ela pode fazer isso de diversas outras formas, permitindo que sua receita não venha única e exclusivamente da venda de livros.

Quer ter uma marca de sucesso? Então siga os jovens!

25 10.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:23 ]

O poder de influência dos jovens no delineamento de tendências de comportamento e consumo nunca foi tão alto. Graças principalmente às mídias sociais, o grupo de pessoas que estão no início da vida adulta ocupa o topo da pirâmide dos influenciadores.

Esse vídeo da Box1824, uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo, mostra que as empresas precisam ficar atentas à essa nova geração que determinará nossa forma de pensar, agir e, principalmente, consumir.

(Dica do @mtrevisani)

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