Kangibrina

Veja vídeos raros do Sheldon antes da fama

06 03.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:15 ]

Antes de ser um ator premiado e elogiado por crítica e público, Jim Parsons, o Sheldon Cooper da sitcom The Big Bang Theory, amargou anos e mais anos fazendo figurações e pontas em comerciais (como este acima, da lanchonete Quiznos, veiculado em 2003, e o abaixo, da lanchonete Arbys, em que não diz uma palavra), seriados e filmes.

Entre os longas mais “famosos” que James Joseph Parsons (seu nome de batismo) participou, estão Um Astro em Minha Vida, em que contracena com o fodástico Morgan Freeman, e A Hora de Voltar, protagonizado por Zach Braff (o JD, dos Scrubs) e Natalie Portman. Como vocês podem ver, nenhum deles campeão de bilheteria.

Ele também participou do filme Escola de Idiotas e fez ponta como um guia, com cabelos compridos, num episódio de Ed, série famosa nos Estados Unidos, que ficou no ar de 2000 a 2004.

Parsons, que completa 39 anos no dia 24 de março, atingiu o sucesso tardiamente, apenas com a criação do famoso seriado geek, que está em sua quinta temporada.

Graças à sua persistência e a fé no seu talento, o mundo pode conhecer o personagem mais nerd e engraçado da história da humanidade.

Recentemente, Parsons foi premiado como melhor ator de série humorística pelo Golden Globe e pela revista People e participou dos filmes The Big Year e Os Muppets.

O que eu achei curioso, vendo os vídeos, é que todos os seus personagens já carregavam um pouco de Sheldon. Vejam e tirem suas conclusões.

Não gosta de Big Brother? Então não assista, cazzo!

31 01.2012
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:51 ]

Está rolando no Facebook uma campanha que almeja chegar a 1 milhão de compartilhamentos com o nobre propósito de tirar o Big Brother Brasil do ar.

Sim, uma espécie de abaixo-assinado virtual para que a Dona Globo exclua da sua grade um dos programas mais lucrativos que possui, com empresas na fila de espera para patrocinar a bagaça.

Nunca assisti mais do que uns míseros minutos de Big Brother, creio que no ano de estréia. Lembro que durante a maior parte do tempo mostraram uns caras correndo em esteiras e umas minas cochichando perto da piscina (ou será que foi na Casa dos Artistas? Putz, não lembro…)

Achei uma das coisas mais modorrentas do mundo, assim como considero modorrenta 99% da programação televisiva.

A exemplo do BBB, não gosto de novelas, esses seriados sobrenaturais ou que ficam expondo cadáveres, programas de auditório, a grande maioria dos telejornais, etc, etc, etc.

E sabe o que eu faço quando está passando algo que não gosto? Eu não assisto. Simples, não? Hoje, meu amigo, na TV fechada ou aberta, há opções para todos. Não precisa estressar por causa de um programinha sazonal.

Basicamente, minha predileção consiste em futebol e sitcoms, e um filminho às vezes para ajudar a pegar no sono.

Isso me faz ser uma pessoa melhor do que quem assiste os Big Brothers da vida? Lógico que não. E isso me faz ter o direito de exigir que quem curte essa aporrinhação seja privado disso? Também não.

Eu me ponho do outro lado. Ficaria muito puto se, de uma hora para outra, parassem de passar The Big Bang Theory ou Family Guy porque houve uma manifestação de revoltadinhos na internet.

Pergunto aos signatários do movimento: vamos considerar a insólita hipótese de que a Globo, sensibilizada com essa manifestação popular, consultasse-os sobre o que querem que ela transmita.

O que será que as pessoas pediriam? Mais uma telenovela (bem provável, hein)? Um enlatado americano dublado? Apresentações da Osesp na Sala São Paulo? Transmissões de debates sobre a influência de Kant na filosofia moderna? Documentários sobre suricatas (ôpa, esse eu assistiria, adoro esses bichinhos)?

É bem provável que, atendendo ao desejo da maioria, a Globo colocasse no lugar programa tão ruim quanto. E vocês assistiriam? Alguns sim, outros não,  e os que não tiveram sua vontade atendida certamente iriam xingar no Twitter ou fazer uma manifestação no Facebook.

No mesmo horário do BBB, há dezenas de outros programas passando. Será que nenhum atende ao gosto de quem não aceita esse maldito reality?

TV é business, manolo. Se o programa dá audiência e tem patrocinadores, fica no ar, por pior que seja. A ideia de boicotar os patrocinadores do programa, como outros facers tem sugerido, tem até mais sentido. Mas vale lembrar que há diversas outras empresas loucas para conseguir uma cota.

Portanto, até que a fórmula do BBB se esgote e ninguém mais queira vê-lo, mude de canal, vá estudar (recomendo), brincar com seu filho(a)(s), andar de bicicleta, beber com os amigos, transar com sua namorada(o), jogar futebol, desenvolver projetos, escrever no seu blog, trabalhar, jogar conversa fora pelo MSN…

Garanto que será muito mais útil do que promover ou apoiar manifestações inócuas no Facebook.

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Lugar de Rafinha Bastos é nas mídias sociais, não na TV

16 10.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 18:01 ]

O humorista Rafinha Bastos passou as últimas semanas em evidência por conta de uma série de desentendimentos envolvendo seus companheiros de CQC, a direção da Band, famosos dos mais diferentes naipes e escalões, a imprensa, entre outros.

Até o momento em que este post está sendo escrito, ele havia pedido demissão da emissora (onde, além do CQC, apresenta também A Liga), mas há rumores de que está sendo articulado nos bastidores um armistício para que ele continue na Bandeirantes.

Afinal, ninguém é santo nem bobo nessa história. Embora o humorista cause problemas, ele a Bandeirantes sabem que seu “passe” é valioso, e Jonnhy Saad não quer entregá-lo de bandeja para a concorrência. Além disso, sua imagem está atrelada a uma série de fortes patrocinadores, entre eles a Pepsi.

Por enquanto não dá para saber o desfecho desse imbróglio, mas, independentemente dos rumos que essa situação levar, acredito que o lugar de Rafinha não seja mesmo na TV. Pelo menos na aberta.

Explico.

O tipo de humor (não vou entrar no mérito se é bom ou não, já que se trata de uma discussão sem fim, com fãs e detratores dotados de argumentos irrefutáveis) praticado por Rafinha não é palatável para as grandes massas.

Isso é fato. Não dá pra uma senhora de 60 anos, devota da Nossa Senhora de Fátima, rir de piadas envolvendo incesto, canibalismo, zoofilia e outras aberrações.

Mas hoje, com o Youtube, Twitter e uma infinidade de outras mídias sociais, qualquer humorista – seja aquele simples imitador de personalidades ou seja aquele fervoroso discípulo de Monty Phyton – não depende mais da TV e do rádio para sobreviver.

Há lugar para todos. A Cia Barbixas de Humor, por exemplo, vive basicamente do sucesso de seus vídeos no Youtube.

Rafinha sabe disso e faz bom uso da redes. Não é de hoje que o comediante, considerado o perfil mais influente do Twitter, com 3 milhões de seguidores, posta vídeos caseiros no Youtube, usa jargões criados nas mídias sociais e participa de eventos relativos ao assunto. Além disso, o vídeo do seu show A Arte do Insulto é um dos mais assistidos no Netflix.

Para continuar na TV, em qualquer canal aberto, Rafinha sabe que terá que domesticar seu humor, assim como fez Danilo Gentilli, seu companheiro de CQC e sócio na casa de shows Comedians.

Até pouco tempo atrás, Danilo fazia e acontecia. Graças ao seu humor ácido, arranjava briga com todo mundo, com a Hebe, jogadores de futebol, políticos, pagodeiros, Angela Bismarqui, fãs do Restart, etc.

Até que começou a levar enquadradas, físicas, verbais e jurídicas.

Danilo recuou e começou a adotar um estilo de humor mais família. Por sua obediência canina, foi recompensado com um programa próprio, onde recebe artistas da emissora, pagodeiros, a Angela Bismarqui e, pasmem, o próprio Restart.

Lógico que se optar por viver exclusivamente de shows e das mídias sociais, Rafinha verá uma certa diminuição de dindim entrando no seu bolso. Afinal, a TV ainda é a grande seara das celebridades, onde se consegue maior visibilidade e contratos publicitários mais polpudos. Mas nada que o obrigue a trocar seu Veuve Cliquot por uma Cidra Cereser. De forma nenhuma.

Mas por outro lado, ficar nas mídias sociais, com participações esporádicas na TV ou, com um programa em canal fechado, Rafinha poderá manter o estilo que o consagrou, sem ter que pagar o alto preço que se exige de humoristas que se adequam aos padrões morais de seus pagadores.

The Office e a nobre arte de saber a hora de parar

15 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:17 ]

Há uns 9 meses escrevi um post que não foi lá muito bem recebido pela galera, o Roqueiro bom é roqueiro morto.

Entendo muito bem o porquê.

No texto, eu, roqueiro velho de guerra, que tomava Nescau com Campari na mamadeira, mexo com a paixão de milhões de pessoas ao alegar que não gosto de bandas de rock com mais de 20 anos de idade que continuam na ativa, pelo fato de já terem passado do auge criativo e de serem obrigadas a entrar num looping insurportável de velhos sucessos.

Nessa encarnação midiática do mito de Sísifo, elas acabam se tornando aquele velho leão de circo, desdentado e desinteressado, que é obrigado a rugir como se estivesse caçando na savana, para entreter o público.

Ao meu ver, é muito melhor parar com dignidade, em alto nível, e partir para outros projetos ou se reinventar (David Bowie, Madonna, Jello Biafra souberam fazer isso durante um tempo), do que ficar anos e anos e anos se arrastando às custas de um passado que foi glorioso.

E isso vale para tudo na vida.

Tudo mesmo. Até mesmo para sitcoms.

Vejam o The Office, por exemplo.

A série, que renovou o humor da TV, já vinha apresentando sinais de desgaste desde o casamento de Jim e Pam (ah, Jenna Fischer…).

Agora, com a saída de Steve Carell (SÓ o protagonista e produtor do seriado) para a entrada do babaca do Will Ferrell (a confirmar, por enquanto ele só irá participar de 4 episódios), foi a deixa que precisava para chamar o padre para dar a extrema unção.

O problema é que como a série ainda dá boa audiência, a NBC vai esticá-la o máximo que puder.

Isso significa o investimento em soluções apelativas (Ferrell) ou em tramas secundárias (Erin e Andy) ou repetidas (Dwight tentando virar chefe), o que fará a atração ir perdendo ainda mais a qualidade.

Tudo o que tinha de bom já foi explorado dentro da sitcom. O The Office já deu sua contribuição para a história do humor, da TV e na nossa, e somos muito gratos.

Acontece que as coisas precisam fluir.

Quanto mais demorar, pior. O risco é ficar parecendo um Simpsons da vida, aquele programa que você até assiste, mas nem sabe mais porquê.

Saber a hora de parar é uma nobre arte, dominada apenas por poucos seres.

Incrível como as pessoas, independentemente de sua idade, classe social, grau de escolaridade, religião ou raça, têm uma dificuldade imensa de saber lidar com o fim das coisas, de encerrar e iniciar ciclos.

Elas geralmente são tão inseguras e egoístas que fazem de tudo para evitar que a vida siga seu rumo natural, conhecida desde os tempos mais remotos: tudo tem inicio, meio e fim.

Mas, com exceção da morte, todo o fim abre a porta para um novo começo.

Perdão pelo chavão. Mas essa frase expressa tão perfeitamente o sentido do que quero dizer que não pude evitá-la.

As oportunidades estão aí.

Saber passar o bastão e lutar por coisas novas é obrigação de todos nós.

Todos nós que acreditamos na evolução do ser humano.

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E se passasse no SBT?

11 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:07 ]

Como é historicamente sabido, a emissora do senhor Abravanel é expert em inventar títulos ridículos em português para filmes e seriados.

O pior deles, na minha opinião, fica por conta The Fresh Prince of Bel Air, que virou “Uma Maluco no Pedaço”.

Abaixo, algumas sugestões para as próximas atrações do canal:

The Big Bang Theory = CDFs Muito Loucos
The Middle = Pais Pirados, Filhos Idem
The New Adventures of Old Christine = Christine, Uma Quarentona em Apuros
Grey´s Anatomy = Hospital das Paixões
Psych = Vidente ou Vigarista?
Shit My Dad Says = Meu Pai é uma Comédia
Mike & Molly = Mike & Molly: Um Casal da Pesada
The Office = Um Escritório Muito Doido
Burn Notice = O Agente Fora da Lei
Nikita = Nikita, Sedutora e Mortal

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O que os homens pensam enquanto as mulheres falam

21 02.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 20:34 ]

Nunca um episódio de Two & Half Man foi tão “didático” sobre a vida a dois.

Exageros à parte, tem uma grande parte de verdade.

Assistam.

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Empreendedor mesmo é o Butters!

18 02.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 17:24 ]

Ok, o cara do momento é mesmo Mark Zuckerberg, o bilionário criador do Facebook, e não se discute.

Mas o mais jovem e talentoso empreendedor de sucesso que conheço é o menino Butters, personagem do desenho adulto South Park.

Com apenas 9 anos, ele identificou uma oportunidade de mercado e criou a “Kiss Company Ltda”, empresa que conta até com aporte financeiro de bancos.

Deixou de ser um loser na escola para ser um bem-sucedido homem de negócios, temido pelos concorrentes e admirados pelas suas funcionárias, carinhosamente chamadas de bitchies.

Assistam a esse hilário episódio de South Park e confiram como o pequeno Butters tem visão e é, de fato, um talento precoce para o ramo empresarial.

Eu contrataria o cara.

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Jegueass

17 02.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:41 ]

Sempre achei Jackass, o programa criado e apresentado por John Knoxville, o supra-sumo da imbecilidade humana.

Justamente por isso, não me espanta que a série tenha tanto sucesso, incluindo dois filmes.

A maioria das pessoas gosta de rir de situações que envolvam dor física e escatologia.

Mas pra que perder tempo falando mal dessa baboseira?

Ao invés disso, divirtam-se com essa paródia antigueira do Hermes & Renato, o Jegueass, que é a melhor crítica já feita a essa imbecilidade televisiva.

Enquete de inutilidade pública #1

06 02.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:03 ]

Qual seu estrangeiro de sitcom predileto?

Fez (That 70´s Show)…
Nacionalidade: algum país da América Latina
Características: ingênuo, mas metido a sedutor, tem como grande sonho namorar Jackie
Parceiro de roubadas: Kelso
Melhor cena: na verdade é uma fala: I´m alone…”

ou Raj (The Big Bang Theory)
Nacionalidade: indiana
Características: Astrofísico, tímido, não consegue falar com as mulheres, a não ser quando bebe.
Parceiro de roubadas: Howard
Melhor cena: Cantando Under the Bridge, do Red Hot Chilli Peppers

Exerça seu direto de netizen.

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Old, but really gold

05 02.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 23:15 ]

Confesso que nunca assisti Mocinho Encrenqueiro (The Errand Boy), famosa comédia estrelada por Jerry Lewis na década de 1960, ainda em preto e branco.

Na verdade, só fui tomar conhecimento do filme bem recentemente, por conta de um episódio do Family Guy, em que Peter imita o humorista numa passagem do longa-metragem.

A cena é fabulosa, original, unindo mímica e jazz de primeira. Certamente, é uma das mais belas, divertidas e sincronizadas da sétima arte.

No vídeo que abre este post, você vê a cena original. Acima, o vídeo comparativo entre o desenho e o filme.

Ficou perfeito. Confiram!

Bill Maher detonando religiões

06 01.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 17:52 ]

Bill Maher é um dos mais ácidos, inteligentes e politicamente incorretos humoristas do mundo. Pouco conhecido no Brasil, este norte-americano de 54 anos tem no currículo filmes, programas de TV e livros.

Ele não se furta a tocar em assuntos polêmicos e falar a sério quando necessário, como por exemplo o atentado de 11 de setembro, quando declarou “Nós (os Estados Unidos) é que temos sido os covardes por lançar misseis a milhares de quilómetros de distancia. Isso é covardia. Permanecer no avião quando ele embate contra o edifício, digam o que disserem, não é covardia”.

Por conta disso, possui, naturalmente, uma legião de desafetos, mas também um grande números de admiradores, que assistem seu programa semanal Real Time, na HBO, e lotam seus espetáculos de stand-up.

No vídeo acima, trecho do DVD “But I´m not Wrong” ele fala sobre religiões. Hilário. Vale conferir mais no site www.billmaher.com e segui-lo também no Twitter @billmaher

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