Kangibrina

Não deixe seu filho torcer para o inimigo

29 06.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 0:35 ]

Ainda não sou pai, mas imagino que não deva existir desgosto maior para um marmanjo que é fanático por futebol do que ver seu filho torcer para um time diferente do seu. Ainda mais quando se trata de um arquirival.

Visando evitar brigas e manter a harmonia nos lares brasileiros, o canal BandSports desenvolveu um aplicativo muito interessante.

O BandSports Parental Control é um programa que permite aos pais filtrar o acesso de seu filho a conteúdo inapropriado na internet, como, por exemplo, vídeos dos gols dos adversários.

Na realidade, ele até irá ver os vídeos, mas sempre de jogos em que o seu time do coração ganhou do inimigo.

Basta baixar o aplicativo, instalá-lo e programar qual agremiação você quer filtrar.

Sensacional idéia, não?

Se você tem filhos pequenos que andam acessando conteúdo estranho na Web, não perca mais tempo: instale o aplicativo, vista a camisa do seu clube no pimpolho e vá ao estádio apoiar seu time.

PS: Pô, bloquear o Verdão foi sacanagem, hein?

A criatividade contra a pobreza

24 05.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:29 ]

Boas idéias são capazes de muita coisa, entre elas combater a miséria.

Vejam esses dois filmes que mostram como um pouco de criatividade e senso humanitário podem ajudar pessoas em condições de pobreza a evoluir.

A primeira (do cego), logicamente, é um peça ficcional. Mas a segunda (do senhor Félix) é verdadeira, e ganhou inclusive o Young Lions de Portugal em 2009.

De qualquer forma, ambas são inteligentes e inspiradoras, nos motivando a criar e produzir cada vez mais e melhor.

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Flipboard: o prazer de customizar sua própria revista

07 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 17:07 ]

“Jornalista que não lê jornal é igual dentista que não escova os dentes”.

Até um tempo atrás, essa singela frase me incomodava um pouco.

Me incomodava porquê eu, numa primeira (e equivocada) auto-análise profissional, achava que estava me tornando um dentista com tártaro e – vejam vocês – suspeita de algumas cáries.

O fato é que, já há alguns anos, não tenho muita paciência de ler jornais ou revistas, ver telejornais e ouvir rádio.

Aquele cara que passava horas diárias debruçado sobre o Estadão, a Folha, a Gazeta Esportiva e o Valor, que não via a hora de chegar a Veja (meldels!) e a Istoé (meldels!!!!!) em casa, que não conseguia passar em frente de uma banca sem comprar a Placar, a Grid, a Set, a Bizz e a Caros Amigos, e ficava mudando de canal a toda hora para não perder um segundo sequer do noticiário do rádio e da TV, estava sumindo.

Em seu lugar começava a aparecer um sujeito que preferia ficar horas navegando, tentando entender o que era aquela revolução que estava acontecendo atrás das telas de nossos computadores, e fazendo dezenas de cursos (empreendedorismo, história da arte, aperfeiçoamento para executivos, marketing digital) que, aparentemente, não tinha muito a ver com jornalismo.

Até que um dia, um professor do MBA, chamado Romeo Busarello, disse algo que me ajudou entender melhor o que estava acontecendo comigo: “Uma mente uma vez expandida jamais volta ao seu estado de origem”.

Sim. Foi o que bastou para que eu percebesse que não estava me tornando um dentista negligente, e sim um dentista mais sofisticado, com outros interesses, novas idéias, e que achava ser só dentista algo muito monótono. Hoje, não sou mais só jornalista, sou um gestor de comunicação corporativa integrada.

Por isso, a falta de vontade de ler, ouvir e ver coisas repetidas, cotidianas, que não me interessavam mais.

Podem me chamar de alienado, de cabeça de vento, mas notícias sobre corrupção, crimes, guerra, saúde, trânsito, prestação de serviços em geral e muitos outros assuntos factuais que somos obrigados a consumir paralelamente quando acessamos os meios de comunicação tradicionais despertam em mim uma imensa sensação de tédio, de deja vu.

Acho a maioria dos âncoras e comentaristas, das mais diversas editorias, um bando de chatos de coturnos.

Gente que só fala o óbvio, que reclama, reclama, reclama, reclama e pouco propõe alternativas.

Veja: isso não significa que eu não tenha noção do que está acontecendo. Sei, e muito bem. É que, com a experiência, as coisas começam a ser tornar óbvias e fácil de entender.

Eu gosto mesmo é de ler sobre projetos, idéias, novas tecnologias, empreendimentos, soluções estratégicas, gente que está fazendo e acontecendo.

São coisas que me inspiram, que me desafiam, que agregam conhecimento.

Bom, depois de toda essa napa de cera confessional, vamos ao tema deste post.

E você, nobre leitor, sabe onde eu encontro tudo isso, com noticias atualizadas 24 horas sobre mídias sociais, propaganda, cinema, futebol, negócios, música, do jeito que eu quero?

Na minha revista, no Flipboard.

Para quem não sabe, o Flipboard é um aplicativo (gratuito) para iPad, em que você lê as mensagens do seu Twitter e do seu Facebook como se fosse uma revista.

E como é você que escolhe quem seguir no passarinho azul e quem é seu amigo no brinquedinho do Zuckerberg, a tendência é ter acesso a um conteúdo que lhe interessa.

É uma revista online customizada, com vídeos, fotos, games, softwares, que você muda a hora que bem quiser.

Agora, ler revista voltou a ser algo prazeroso.

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Seu livro predileto em videoclip

05 04.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 10:08 ]

Enquanto o mundo ainda discute a digitalização de obras literárias e sua interferência na questão dos direitos autorais, uma empresa brasileira saiu à frente e criou uma alternativa moderna e inteligente.

O Livroclip, a primeira estratégia brasileira de letramento totalmente digital, é um portal que reúne centenas de livros em formato de videoclip.

A Divina Comédia, A Metamorfose, A Ilustre Casa de Ramires, A Comédia dos Erros, A Odisséia, Crime e Castigo, estão entre as animações disponíveis.

O objetivo do Livroclip não é substituir as obras em si, e sim proporcionar a alunos e professores uma nova maneira de aprender e ensinar literatura.

É uma ferramenta pedagógica multimídia, pensada nas gerações Y, Z e M, e que potencializa a absorção do conhecimento.

Mais de 300 escolas no Brasil já utilizam o sistema e vem colhendo resultados muito positivos.

Gostei tanto da idéia que já estou pensando em agilizar o meu livro de contos só para que ele vire animação no Livroclip.

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Melhores da Websfera 2011

30 03.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:19 ]

Amado(a)s leitores,

Finalmente é chegada a hora da verdade. O momento em que geeks se transformam em homens, que ímpios tornam-se cordeiros do @criador e que blogs amadores sem visitação tem uma chance de conseguir uns cliques a mais.

O Youpix está selecionando os melhores da Websfera 2011, em diversas categorias (blog, viral, podcast, troll, etc)

Se você gosta do nosso trabal…ou melhor, do nosso passatempo, exerça seu direito de netcitizen e vote no Kangibrina como melhor blog do ano.

Para isso não é preciso prática, tampouco habilidade ou muita inteligência.

Basta clicar AQUI e votar naqueles que você considera os melhores da internê.

Mas a votação vai só até 3 de abril.

Portanto, vai lá votar AGORA.

O Kangibrina agradece a preferência.

A Diesel quer ser Benetton

14 03.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 16:47 ]

No início dos anos 1990 a empresa de moda italiana Benetton, então conhecida mais no circuito europeu, ganhou notoriedade mundial por suas polêmicas campanhas publicitárias, assinadas pelo fotógrafo Oliveiro Toscani (aliás, vale a pena ver esse trecho de sua entrevista no Roda-Viva, em que troca farpas com o publicitário Francesc Petit).

Feitos propositalmente para chocar, os anúncios, que marcaram época, mostravam de padres e freiras se beijando a doentes de Aids em estado terminal, de uniformes ensanguentados de soldados bósnios a amas de leite negras amamentando bebês brancos.

Com uma estratégia agressiva e inovadora, controversa e sem agradar à maioria, a marca tornou-se ícone da geração United Colors of Benetton e vendeu milhões de produtos da grife, sem anunciar uma peça de roupa sequer.

Porém, com a supremacia do politicamente correto e do veto em vários países a suas propagandas, a empresa teve que mudar sua postura. A Benetton continua existindo, mas suas campanhas atualmente são tão pasteurizadas, tão comuns, que nem chamam mais a atenção.

Lembrei do caso Benetton ao ver a campanha de uma outra empresa de moda, a Diesel, que vai na contramão da propaganda asséptica, adepta da moral e dos bons costumes, membro da TFP e da Senhoras de Santana, tão em voga hoje em dia, chamada “Be Stupid”.

Se não é tão ofensiva, impactante e brilhante quanto da Benetton (e nem podia, já que estamos na época da sustentabilidade, do salve os pandas e do não coma carne vermelha), ao menos é bem provocativa, irreverente.

Quando vi a primeira vez um anúncio da campanha, na contracapa de uma semanal, com uma moçoila em cima de uma escada exibindo as peitolas para uma câmera de segurança, me perguntei: what a fuck?

Achei interessante, mas bem bobinho, superficial. Depois, vendo os outros anúncios e lendo e vendo mais a respeito, comecei a entender melhor o contexto da história.

Aproveitando o poder de mobilização das mídias sociais, a empresa criou o site da Diesel Island, “a terra dos estúpidos e morada dos bravos”, que conta com rádio, hino e até street view.

A ilha da Diesel foi fundada por um bando de estúpidos, que, cansados da poluição, guerra e violência do mundo, resolverem achar um local onde pudessem fundar seu próprio país.

Depois de navegarem, aportaram em uma ilha habitada. Mas ao invés de dizimar a população local, resolveram suborná-los.

Ótimo, não?

Sem chocar tanto, mas com uma boa dose de provação, a Diesel está mandando bem, tendo como inspiração o que um dia foi a Benetton.

Famosos aderem à campanha do Kangibrina

08 03.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:57 ]

A campanha “Eu quero uma camiseta do Kangibrina” tem feito um sucesso estrondoso, aqui e no exterior.

O babado está tão forte que até contratei um renomado fotógrafo gringo, Usey Instagram, pra fazer umas imagens do cobiçado prêmio. Veja como a foto (acima) ficou bonita.

Várias personalidades já estão seguindo o @kangibrinablog para concorrer à espetacular camiseta do blog, que será sorteada no dia 15 de março.

Confira quem já aderiu:

Charlie Sheen

@charliesheen “Estou mandando vários RTs todos os dias, pois quero ganhar as três camisetas e dar uma para cada uma de minhas mulheres #foursometshirt”.

Ronaldo

@ClaroRonaldo “Já vesti muitas camisas importantes em minha vida, mas nunca nenhuma com o prestígio, a história e o valor do Kangibrina. Usá-la seria a realização de um grande sonho. #mantosagrado”.

Mark Zuckerberg

@finkd (fake) “Mesmo depois de ter criado o Facebook, ficado milionário, virado livro e filme e jantado com o Obama ainda não me sinto cool. Sabe o que me faria ser cool? Ter uma camiseta do Kangibrina!!! #nerdsrules”

Lady Gaga

@ladygaga “Se ganhar a camiseta vou usá-la em um dos meus clipes. Ela é tão bizarra, tão diferente, tão tudo. E vou convidar aquele pinguim fofo pra fazer um par romântico comigo #whatfuckisthisgirl?”.

Sandy

@SandyLeah “As pessoas não acreditam que sou devassa. Mas se me virem usando a camiseta do Kangibrina, todo mundo vai falar: ‘Ah, lá vai aquela biscate da Sandy. Olha que safada’. Seria a consagração em vida, sabe?  #devassaperonomucho”

E você, está esperando o que para concorrer junto com essas celebridades?

Olha como é fácil: Basta você seguir o @KangibrinaBlog, colar e enviar a seguinte mensagem pelo Twitter:

“Eu quero a camiseta do Kangibrina http://migre.me/3Yae0 . Siga o @kangibrinaBlog, dê RT e concorra”.

Pronto. Daí é só cruzar o dedos e torcer. O sorteio será realizado via Sorteie.me.

Obs: os depoimentos aqui publicados são inverídicos, caluniosos e mal-escritos, frutos da mente doentia do blogueiro. Portanto, não servem de prova no tribunal.

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Top 5 – Os piores tipos de perfis para seguir no Twitter

03 03.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 19:51 ]
1) Ghosts – Aqueles que abriram a conta no Twitter há um ano atrás, só pra seguir o Luciano Huck, e nem se lembram da senha direito. De vez em nunca voltam do mundo dos mortos digitais para postar alguma coisa ultra-relevante, do gênero “fui passear com o cachorro” ou “adoro coxinha com catupiry da minha tia Gioconda”.
2) Hardys – No melhor estilo da lendária hiena do desenho animado, usam o pobre do passarinho azul para reclamar de absolutamente tudo, o tempo todo: do trânsito, do trabalho, do clima, do preço da batata. Ao invés de perderem tempo desabafando virtualmente, deveriam procurar um bom analista.
3) Prolixos - 140 caracteres não comportam toda sua genialidade e verborragia. Para furar essa “limitação” do Twitter, não se furtam em postar um tuíte atrás do outro, pra que suas teses sejam lidas (ou bloqueadas) na íntegra. Pra essa gente recomendo uma coisa muito bacana, chamada blog. Qualquer bípede que saiba digitar pode ter o seu e escrever o que e o quanto quiser, sem censura ou interrupções. Até eu tenho um.
4) Piadistas internos – Piadas internas podem até ser muito engraçadas, mas dentro do ambiente de trabalho. Fora, quase sempre não. O problema é que muitos desconhecem essa regrinha básica e adoram disseminar para seus seguidores situações “hilariantes” totalmente fora do contexto, o que as deixam tão divertidas quanto um tratamento de canal.
5) Fãs dos Messengers – São aqueles que acham que o Twitter é o substituto natural dos programas de mensagens instantâneas. Por isso, batem altos papos particulares em um veículo público, mandando um tuíte atrás do outro, na maior. Nem DM usam. Aliás, o que é DM?
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Promoção “Eu quero uma camiseta do Kangibrina”

01 03.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 13:44 ]

Pouca gente sabe, mas eu tenho um pinguim que vive dentro da minha geladeira, o Peixoto.

Sim, dentro da geladeira.

Inicialmente, meu simpático mascote ficava sobre a dita cuja, como todo adereço kitsch que se preze.

Mas, como o bicho é metido a fazer as coisas diferentes e tem feito um calor do caral…dos infernos, ele resolveu se mudar para o interior dela.

Além de guardião das minhas cervejas (quem tenta chegar perto recebe logo uma bicada no meio dos cornos, não se deixe enganar por sua cara simpática), Peixoto acha que entende tudo de promoções nas mídias sociais.

Outro dia, enquanto tomávamos umas e outras e discutíamos como aumentar o número de seguidores do Twitter do Kangibrina, ele sugeriu:

- Porque você não faz umas camisetas do blog e sorteia entre seus seguidores? Tenho certeza que o número de adeptos irá melhorar. Tem sempre alguém precisando de camiseta vagabunda pra usar como pijama…

Pensei, pensei e resolvi seguir os conselhos do guru do refrigerador, lançando a campanha “Eu quero uma camiseta do Kangibrina”.

Dá uma olhada que prêmio bonito.

Para participar, não é preciso prática, tampouco habilidade. Nem criar slogans ou responder perguntas cretinas.

Olha como é fácil: Basta você seguir o @KangibrinaBlog, colar e enviar a seguinte mensagem pelo Twitter: “Eu quero a camiseta do Kangibrina http://migre.me/3Yae0 . Siga o @kangibrinaBlog, dê RT e concorra”.

No dia 15 de março irei sortear, via sorteie.me, os três ganhadores da relíquia, que a receberão no conforto de seus respectivos lares.

Então, não perda mas tempo.

Siga-nos e concorra.

Corra, porque a minha camiseta eu já garanti.

(Espaço reservado para outros chavões de concursos que agora estou sem saco para usar).

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Os (novos) donos do (novo) mundo

20 02.2011
Por Denis Zanini Lima [ postado às 14:13 ]

Reparem bem na foto acima, que eu surrupiei do Mashable.

Ela foi tirada na última quinta-feira (17), no jantar que o presidente dos EUA, Barack Obama, ofereceu para os barões do Vale do Silício.

Steve Jobs (ou um sósia dele, já que, dizem os maus bites, ele está muito doente e tem poucos meses de vida), MarK Zuckerberg (Facebook), Dick Costolo (Twitter) e Erick Schmidt (Google) foram alguns dos presentes.

Steve Ballmer (Microsoft) não foi convidado pois já esteve em duas audiências com o presidente neste ano.

Essa imagem emblemática tem um significado muito especial pois nos mostra quem são os (novos) donos do (novo) mundo.

Você pode até recusar, dizer que é um exagero, mas nossas vidas estão nas mãos e mentes desses caras.

São eles que ditam o que vamos consumir, como vamos nos comportar, no que vamos acreditar.

Se somados os faturamentos das empresas que eles comandam, certamente seria superior ao PIB da grande maioria dos países.

Não demorará muito para que cada habitante desse planetinha azul tenha um smartphone, tablet, ou o que mais inventarem.

O futuro que era mostrado em minha infância, definitivamente chegou.

Sei que os ramos mais tradicionais, como o automobilístico, o petrolífero e o têxtil ainda faturam horrores, mas quem manda agora é essa turminha aí da foto.

Se você tem dúvidas, pode checar no Google do seu Mac, e depois mandar um tuíte a respeito.

PS1: repararam quem são as pessoas sentadas mais próximas ao presidente? Jobs e Zuckerberg…

PS2: se daqui quatro anos o próximo presidente dos EUA fizer novamente uma reunião com os donos do novo mundo, será que os convidados serçao os mesmos? Duvido: do jeito que o mundo anda em um estado Beta permanente, certamente uns 40% dessa mesa serão substituídos.

As crianças são a bola da vez no mobile marketing

29 11.2010
Por Denis Zanini Lima [ postado às 12:00 ]

Muito interessante esse vídeo da Sybase, empresa especializada em inteligência de mercado, que traz as mais recentes informações sobre telefonia móvel.

De todos os dados, o que mais me chamou a atenção foi o fato de 85% das crianças norte-americanas possuírem celular próprio.

Um número que impressiona, ainda mais sabendo que esse percentual supera o de baixinhos que têm livros em casa (73%).

Ou seja: relacionamento entre marcas e crianças não se dará mais pelo TV e sim por celulares e computadores.

Empresas de brinquedos e produtos infantis não podem negligenciar esse segmento, que não pára de crescer.

Outro dado relevante é que em 2015 o acesso a internet pelo celular será maior do que em por notebooks e deskotops.

Confira mais no vídeo acima.

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